Escucha atenta y lectura pluriversal de una escuela pública de São Paulo: un estudio de caso de la institución escolar
DOI:
https://doi.org/10.1590/0103-6564e240126Palabras clave:
el lenguaje en acto de la adolescencia, violencia e insurgencia en la escuela, pasaje al acto racista, la institución escolar y sus vicisitudes, filosofías africanas y lazos comunitariosResumen
Frente a la violencia que golpeó a la comunidad escolar del país en 2023, este artículo propone reflexiones sobre la génesis de esa violencia y formas de enfrentarla. La pregunta inicial fue si este “lenguaje en acto” puede convertirse en un “pasaje al acto” racista, como lo señala Sodré, con respecto a la ambigüedad en relación con la violencia fundadora de la sociedad brasileña, teniendo en cuenta las formulaciones de Bateson sobre el double bind. Se considera que las filosofías africanas pueden ser un campo fértil para restablecer los lazos rotos en la comunidad escolar y convertir esa tendencia a la violencia indiscriminada en una insurgencia transformadora, capaz de enfrentar la ambigüedad frente al racismo que la sociedad brasileña insiste en negar. Por último, las reflexiones psicoanalíticas sobre las instituciones fueron esenciales para comprender la dinámica defensiva de la comunidad escolar investigada.
Descargas
Referencias
Adorno, T. W. (2020). Educação e emancipação (W. L. Maar, trad.). Rio de Janeiro, RJ: Paz e Terra.
Aberstury, A & Nobel, M. (1986). Adolescência normal. Porto Alegre, RS: Artes Médicas.
Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. (2018). Parlamento jovem. São Paulo, SP. Recuperado de https://www.al.sp.gov.br/transparencia/participe/parlamento-jovem/.
Amaral, M. G. T. (2021). Docências compartilhadas, formação continuada e a Lei 10.639/03: o papel das culturas urbanas em escolas públicas de diferentes regiões periféricas. (Projeto de pesquisa). CNPq.Bastos, J. R. B. (2021). Na trama da branquitude mestiça: a formação de professores à luz do letramento racial e os meandros da branquitude brasileira. (Tese de Doutorado). Faculdade de Educação, Universidade de São Paulo, São Paulo). Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/48/48138/tde-24062021-184253/pt-br.php
Bastos, J. R. B. (2023). Cinquenta tons de racismo: mestiçagem e polarização racial no Brasil. São Paulo, SP: Matrix.
Bateson, G., Jackson, D. D, Haley, J., & Weakland, J. (1963). A note on the double bind-1962. Family Process Journal, 2(1), 154-161. doi: 10.1111/j.1545-5300.1963.00154.xBéthune, C. (2015). A propósito da expressão “menor”: o que o rap faz à cultura dominante. In: Amaral,M. e Carril (orgs). O hip hop e as diásporas africanas na modernidade- uma discussão sobre cultura e e ducação. São Paulo, SP: Alameda, p. 27-47.
Chauí, M. (2006). Brasil: mito fundador e sociedade autoritária. São Paulo, SP: Ed. Fundação Perseu Abramo.
hooks, b. (2017). Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade (M. B. Cipolla, trad.). São Paulo, SP: Martins Fontes.
Benjamin, W. (1989). Tesis de Filosofia de la Historia. In W. Benjamin, Discursos Interrompidos I (pp. 175-191). Madrid: Editora Taurus.
Bento, C. (2022). O pacto da branquitude. São Paulo, SP: Companhia das Letras.
Carone, I & Bento, M. A. S. (Orgs.). (2009). Psicologia social do racismo: estudos sobre branquitude e branqueamento no Brasil. Petrópolis, RJ: Vozes.
Diálogos sobre a história da África. (2020, 18 de agosto). Mini curso Yorubá - Aula 18/08: Filosofia Yorubá: Convidado Olùkọ́ Bàbá Ọ̀nà. [Vídeo]. Recuperado de https://www.youtube.com/watch?v=LgDQQDOJTCo&ab_channel=Di%C3%A1logosSobreaHist%C3%B3riada%C3%81frica.
Ferrari, A.B. (1996). Adolescência: o segundo desafio. São Paulo: Casa do Psicólogo.
Freud, S. (2007). O problema econômico do masoquismo. In: L. A. Hans (Coord.). S. Freud. Escritos sobre a psicologia do inconsciente (E. V. K. P. Susemihl, H. Araújo, M. R. Salzano & L. A. Hanns, trads., Vol. 3, pp. 103-124). Rio de Janeiro, RJ: Imago. (Trabalho original publicado em 1924)Jeammet, P., Corcos, M. (2005). Novas problemáticas da adolescência: evolução e manejo da dependência. São Paulo: Casa do Psicólogo.Kaës, R., Bleger, J., Enriquez, E., Fornari, F., Fustier, P., Roussillon, R. & Vidal, J.-P. (1991) A instituição e as instituições: estudos psicanalíticos (J. Pereira Neto, trad.). São Paulo, SP: Casa do Psicólogo.
Lacan, J. (2004). Le Séminaire, livre X, L’Angoisse, texte établi par J.-A Miller. Paris: Seuil.
Leite, F. (2021). A questão ancestral: África negra. São Paulo, SP: Pallas Atena.
Prefeitura da Cidade de São Paulo. (2016, dezembro). Cadernos de propostas dos planos regionais das subprefeituras: quadro analítico macrorregião Norte 1. Recuperado de https://gestaourbana.prefeitura.sp.gov.br/wp-content/uploads/2018/02/QA-NORTE-1.pdf
Ramose, M. B. (2011). Sobre a Legitimidade e o Estudo da Filosofia Africana. Ensaios Filosóficos, IV. Recuperado de https://www.ensaiosfilosoficos.com.br/Artigos/Artigo4/RAMOSE_MB.pdfRodrigues, L. (2023, 3 de novembro). Violência nas escolas tem aumento de 50% em 2023. Agência Brasil. Recuperado de https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2023-11/violencia-nas-escolas-tem-aumento-de-50-em-2023
Schucman, L. V. (2012). Entre o “encardido”, o “branco” o “branquíssimo”: raça, hierarquia e poder na construção da branquitude paulistana. (Tese de Doutorado). Instituto de Psicologia, Universidade de São Paulo, São Paulo). Recuperado de https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/47/47134/tde-21052012-154521/pt-br.php
Schwarcz, L. M. (2019). Sobre o autoritarismo brasileiro. São Paulo, SP: Companhia das Letras.
Schwarcz, L. M. (2013). Nem preto, nem branco, muito pelo contrário: cor e raça na sociedade brasileira. São Paulo, SP: Claro Enigma.
Sodré, M. (2017). Pensar Nagô. Rio de Janeiro, RJ: Vozes.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Psicologia USP

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
Todo o conteúdo de Psicologia USP está licenciado sob uma Licença Creative Commons BY-NC, exceto onde identificado diferentemente.
A aprovação dos textos para publicação implica a cessão imediata e sem ônus dos direitos de publicação para a revista Psicologia USP, que terá a exclusividade de publicá-los primeiramente.
A revista incentiva autores a divulgarem os pdfs com a versão final de seus artigos em seus sites pessoais e institucionais, desde que estes sejam sem fins lucrativos e/ou comerciais, mencionando a publicação original em Psicologia USP.
