Humanidad y Animalidad en la Historia de la Locura
DOI:
https://doi.org/10.1590/0103-6564e230130Palabras clave:
animalidad, locura, salud mental, decolonialidadResumen
Este trabajo tiene como objetivo comprender cómo los conceptos de animalidad y humanidad impactaron en la concepción de lo que sería el loco en la época contemporánea. Desde la Edad Media, el tema de la locura surge como un elemento emblemático de la historia, que ha incidido en la concepción del concepto de hombre occidental. La aproximación de la locura a la animalidad tiene implicaciones para los métodos inhumanos aplicados al tratamiento de la locura. Ante lo expuesto, este trabajo realiza un ensayo teórico concatenando datos históricos de la obra Historia de la locura, de Michel Foucault, para analizar los conceptos de humano y animal, y su aplicabilidad al fenómeno de la locura. Además, se utiliza la perspectiva decolonial de Frantz Fanon con el fin de acercar el fenómeno antes mencionado a las operaciones que se llevaron a cabo durante el período colonial, revelando que la deshumanización de lo diferente surge como una estrategia sistemática de sometimiento de los sectores llamados “desviados” de la sociedad.
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