La « version du sens » et son usage dans la Psychologie : une revue intégrative
DOI :
https://doi.org/10.1590/0103-6564e220082Mots-clés :
version du sens, expérience vécue, revue intégrative, méthode phénoménologiqueRésumé
La « version du sens » a été développée il y a plus de 20 ans comme instrument d’enregistrement et de réflexion sur la pratique psychothérapeutique. Il s’agit d’une manière brève d’enregistrer l’expérience essentielle d’une session par rapport au long compte rendu habituel. Depuis sa création, l’usage de l’instrument s’est répandue dans plusieurs régions du Brésil à la fois en clinique et en recherche. Cet article est une revue intégrative des œuvres qui utilisent ou discutent de la version du sens depuis sa conception, décrivant comment et pourquoi elle a été utilisée, pour mettre à jour sa conceptualisation et clarifier sa signification. Les 29 travaux sélectionnés révèlent que l’instrument a été utilisée dans plusieurs contextes, avec de procédures et de caractérisations variées qui, cependant, n’éliminent pas l’intention commune de faciliter l’accès au sens vécu par les patients.
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