Les médias sociaux et le processus santé-maladie chez les étudiants universitaires : réflexion sur les groupes opérationnels en ligne
DOI :
https://doi.org/10.1590/0103-6564e220148Mots-clés :
santé mentale, psychothérapie de groupe, thérapie en ligne, réseaux sociaux, psychologie socialeRésumé
Cette étude a analysé l’interférence des médias sociaux dans le processus santé-maladie des étudiants universitaires. Six étudiants de différents cours de santé y ont participé. Le groupe opérationnel a été utilisé comme méthode de collecte de données, et l’interlocution théorique entre la vision de Pichon-Rivière et celle de Byung-Chul Han sur l’être humain et la société a été utilisé pour analyser les expériences du groupe. Le groupe s’est tenu à distance, en raison de l’isolement imposé par la pandémie de COVID-19. On a constaté que les médias sociaux contribuent au développement d’idéalisations et d’attentes qui génèrent une expansion de la logique de performance et de productivité, et favorisent l’émergence de l’anxiété, ainsi que des déconnexions entre penser-sentir-dire-faire.
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