Science and Technology in Amazon during the military dictatorship: development in view
DOI:
https://doi.org/10.14201/reb20241123137151Keywords:
Development, Amazon, scientists, Science and Technology, military dictatorshipAbstract
This article analyzes the dimensions of developmentalism promoted during Brazil’s military dictatorship (1964–1985), focusing on the state of Pará. It examines the writings of scientists affiliated with institutions dedicated to promoting development projects, such as Sudam, BASA, and NAEA, with the aim of understanding the receptions, reinterpretations, and criticisms directed at the public policies of the military governments in the Amazon. Science and technology were among the main fields from which economic and social development projects were justified and implemented. The theoretical framework draws on debates in the fields of history and sociology concerning concepts such as the Amazon, development, science, and technology. The main sources used include academic works, books and articles, analyzed through the methodology of Discourse Analysis.
Downloads
References
Alvim, P. T. (1972/1973). Desafio agrícola da região amazônica. Sudam Documenta, 4(1/4), 49-61.
Andrade, R. P. (2022). A TVA for Amazon Forest? The making of development experts. Diálogos Latinoamericanos. 30. Recuperado em 24 de julho de 2023, de https://doi.org/10.7146/dl.v30i.128047.
Ávila, G. C. (2019). Ciência, objeto da História. São Paulo: Alameda.
Barros, J. A. (2004). Abordagens. In O campo da história: especialidades e abordagens (pp. 137-145). Petrópolis: Vozes.
Benjamin, W. (2012). Sobre o Conceito da História. In S. P. Rouanet (Trad.). Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura (pp. 241-252). São Paulo: Brasiliense.
Bourdieu, P. (2004). Os usos sociais da ciência: por uma sociologia clínica do campo científico. São Paulo: Editora Unesp.
Carvalho, A. C. (2012). Expansão da fronteira agropecuária e a dinâmica do desmatamento florestal na Amazônia Paraense. Tese de doutorado, Universidade Estadual de Campinas, São Paulo, Brasil.
Dos Santos, T. (2000). Primeira Parte: Da Teoria da Dependência à teoria do Sistema Mundial. In A Teoria da Dependência: balanço e perspectivas (pp. 06-61). Rio de Janeiro: Civilização Brasileira.
Escobar, A. (2007). La invención del Tercer Mundo: construcción y desconstrucción del desarollo. Caracas: Fundación Editorial el perro y la rana.
Esteva, G. (2000). Desenvolvimento. In W. Sachs (Org.). Dicionário do desenvolvimento: guia para o conhecimento como poder (pp. 59-83). Petrópolis: Vozes.
Fonseca, P. C. D. (2015). Desenvolvimentismo: a construção do conceito. In R. Dathein (Org.). Desenvolvimentismo: o conceito, as bases teóricas e as políticas (pp. 14-78). Porto Alegre: Editora da UFRGS.
Franco Júnior, H. (2010). O fogo de Prometeu e o escudo de Perseu – reflexões sobre mentalidade e imaginário. In Os três dedos de Adão: ensaios de mitologia medieval (pp. 49-91). São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo.
Haesbaert, R. (2010). Por uma outra regionalização: a região como artefato. In Regional global: dilemas da região e da regionalização na geografia contemporânea (pp. 109-155). Rio de Janeiro: Bertrand Brasil.
Loureiro, V. R. (2021). Sbrana, T. S. J. (pesq.). Entrevista em 20 de maio de 2021. Ambiente Virtual.
Loureiro, V. R. (2022). Sbrana, T. S. J. (pesq.). Entrevista em 3 de maio de 2022. Belém, Pará, Brasil.
Melo, D. B. (2012). “Ditadura ‘civil-militar”?: Controvérsias historiográficas sobre o processo político brasileiro no pós-1964 e os desafios do tempo presente. Espaço Plural. Ano XIII (nº 27). 39-53.
Mendes Filho, S. R. (1969). Sugestões para uma política científico-tecnológica à Amazônia. Sudam Documenta, 2(4), 109-118.
Mendes, A. D. (1971). A Amazônia e o extrativismo. Revista Econômica do BASA, 1(3), 5-7.
Moreira, S. M. B. L. (2018). Ciência e educação superior na Amazônia: trajetória e contribuição do Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da Universidade Federal do Pará (pp. 226-237). Belém: NAEA.
Mignolo, W. (2003). Introdução: A gnose e o imaginário do Sistema Mundial Colonial/Moderno. In Histórias locais/projetos globais: colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar (pp. 23-76). Belo Horizonte: Editora UFMG.
Motta, R. P. S. (2015). As universidades e o Regime Militar. São Paulo: Companhia das Letras.
Pandolfo, C. (1969). Floresta Amazônica: possibilidades de exploração econômica. Sudam Documenta, 1(1), 54-60.
Pandolfo, C. (1982). Ecologia e Desenvolvimento da Amazônia. Sudam Documenta, 4(1-2), 13-34.
Petit, P. (2003). Chão de promessas: elites políticas e transformações econômicas no estado do Pará pós-1964. Belém: Paka-Tatu.
Petit, P. (2018). Políticas públicas do governo federal no estado do Pará da Spvea à Nova República. Revista Territórios & Fronteiras, 11(2), 95-122.
Porto Gonçalves, C. W. (2015). Amazônia, Amazônias. São Paulo: Contexto.
Revel, J. (2010). Micro-história, macro-história: o que as variações de escala ajudam a pensar em um mundo globalizado. Revista Brasileira de Educação. 15(45), 434-590.
Ribeiro, N. F. (1971). Planejamento e utilização de recursos humanos no processo de desenvolvimento da região amazônica. Revista Econômica do BASA, 1(4), 41-53.
Sant’Ana Júnior, H. A. (2002). Florestania: A saga acreana e o Governo da Floresta. Tese de doutorado. Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, Brasil.
Shiva, V. (2000). Recursos Naturais. In W. Sachs (Org.). Dicionário do desenvolvimento: guia para o conhecimento como poder (pp. 300-316). Petrópolis: Vozes.
Shiva, V. (2003). Monoculturas da Mente: perspectiva da biodiversidade e da biotecnologia. São Paulo: Gala.
Silva, A. W. F., Serra, A. B., Vasconcelos Filho, F. M., Teixeira, L. C., Chagas, P. R. C., & Marim, R. E. A. (1973). Modelos de Políticas para a Amazônia. Monografia de especialização. Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil.
Silva, F. C. (1969). Tecnologia, Industrialização, Educação. Sudam Documenta, 1(1), 49-52.
Souza, J. (2010). A legitimação acadêmica dos privilégios no Brasil. In A. D. Cattani (Org.). Riqueza e desigualdade na América Latina. Porto Alegre: Zouk.
Spivak, G. C. (2010). Pode o subalterno falar? Belo Horizonte: Editora UFMG.
Tavares, A. Maia, C. Colares, M. N., & Dávalos, F. (1974). Projetos decorrentes das políticas para a Amazônia – critérios e avaliações. Monografia de especialização. Universidade Federal do Pará, Belém, Pará, Brasil.
Weigel, P. (2001). O papel da Ciência do Inpa no Desenvolvimento da Amazônia. In P. Faulhaber & P. M. de Toledo (Orgs.). Conhecimento e Fronteira: História da Ciência no Brasil. Belém: Museu Paraense Emílio Goeldi.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2024 Pere Petit, Tayanná Santos de Jesus Sbrana

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.