Autoavaliação de saúde das mulheres brasileiras em idade reprodutiva: estudo transversal

Autores

  • Luiza Oliveira Santos Universidade Federal da Paraíba, Centro de Ciências da Saúde, Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva, João Pessoa, PB, Brazil. https://orcid.org/0000-0002-5225-7970
  • Thayane Fraga de Paula Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Enfermagem, Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública, Belo Horizonte, MG, Brazil. https://orcid.org/0000-0003-1428-3104
  • Maria José Silva Souza Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Enfermagem, Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública, Belo Horizonte, MG, Brazil. https://orcid.org/0000-0002-1640-7441
  • Bruna Nicole Soares dos Santos Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Enfermagem, Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública, Belo Horizonte, MG, Brazil. https://orcid.org/0000-0002-2141-0637
  • Erica Dumont Pena Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Enfermagem, Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública, Belo Horizonte, MG, Brazil. https://orcid.org/0000-0003-1220-6041
  • Mariana Santos Felisbino-Mendes Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Enfermagem, Departamento de Enfermagem Materno Infantil e Saúde Pública, Belo Horizonte, MG, Brazil. https://orcid.org/0000-0001-5321-5708

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2023-0127pt

Palavras-chave:

Autoavaliação, Doenças não Transmissíveis, Fatores de Risco, Saúde da Mulher

Resumo

Objetivo: Investigar fatores sociodemográficos, doenças e agravos não transmissíveis e fatores de risco comportamentais associados à autoavaliação de saúde negativa das mulheres brasileiras em idade reprodutiva. Método: Estudo transversal com 26.071 mulheres brasileiras em idade reprodutiva. Estimadas prevalências da autoavaliação de saúde segundo características sociodemográficas, doenças e agravos não transmissíveis e fatores de risco comportamentais. Utilizou-se regressão de Poisson para estimar as razões de prevalência ajustadas e não ajustadas. Resultados: Ocorrência de duas ou mais das doenças e agravos apresentou prevalência de autoavaliação de saúde negativa quase três vezes maior do que nenhuma. Houve associação positiva entre autoavaliação de saúde negativa e maiores faixas etárias, menor escolaridade, cor da pele/raça preta ou parda, viver nas regiões norte e nordeste, inatividade física, ser fumante e presença de uma ou mais das doenças e agravos. Conclusão: Existem diferenças na autoavaliação de saúde, refletindo em iniquidades sociais.

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Publicado

2023-10-30

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Santos, L. O., Paula, T. F. de, Souza, M. J. S., Santos, B. N. S. dos, Pena, E. D., & Felisbino-Mendes, M. S. (2023). Autoavaliação de saúde das mulheres brasileiras em idade reprodutiva: estudo transversal. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 57, e20230127. https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2023-0127pt