Estresse em enfermeiros: o uso do cortisol salivar no dia de trabalho e de folga

Autores

  • Maria Cecilia Pires da Rocha University of Campinas
  • Milva Maria Figueiredo De Martino University of Campinas
  • Dora Maria Grassi-Kassisse University of Campinas; Biology Institute
  • Aglecio Luiz de Souza University of Campinas; Biology Institute

DOI:

https://doi.org/10.1590/reeusp.v47i5.78079

Palavras-chave:

Estresse fisiológico, Hidrocortisona, Enfermagem, Saúde do trabalhador

Resumo

Este estudo avalia a concentração de cortisol salivar como índice fisiológico indicativo do grau de estresse em enfermeiros no dia de trabalho e de folga, correlacionando-o com o questionário do estresse (IEE). Pesquisa descritiva, comparativa e transversal em que foram utilizados dados sociodemográficos, o IEE e as dosagens de cortisol salivar. Participaram 57 enfermeiros (80,7% do sexo feminino, média de 37,1 anos de idade). O escore médio do IEE foi 124,5. A concentração média de cortisol foi 564,1 ng/mL no dia de trabalho e de 354,1 ng/mL no de folga. Enfermeiros que realizavam dupla jornada de trabalho apresentaram valores na concentração de cortisol salivar superiores no dia de trabalho (638,1 ng/mL). Concluiu-se que a concentração salivar de cortisol identificou o grau de estresse de enfermeiros e a diferença obtida entre um dia de trabalho e de folga. No dia de folga, a concentração de cortisol salivar manteve valores inferiores, assim como o escore de estresse.

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Publicado

2013-03-01

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Rocha, M. C. P. da, Martino, M. M. F. D., Grassi-Kassisse, D. M., & Souza, A. L. de. (2013). Estresse em enfermeiros: o uso do cortisol salivar no dia de trabalho e de folga. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 47(5), 1187-1194. https://doi.org/10.1590/reeusp.v47i5.78079