O uso das pastilhas de paraformaldeído pelas instituições de saúde do Brasil: parte I

Autores/as

  • Kazuko Uchikawa Graziano Universidade de São Paulo; Escola de Enfermagem; Departamento de Enfermagem Módico-Cirúrgica

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342001000200015

Palabras clave:

Pastilhas de Paraformaldeído, Esterilização química, Desinfecção, Central de Material e Esterilização

Resumen

Um levantamento nacional foi realizado junto às 6907 Instituições de Saúde, por meio de um questionário com o objetivo de reconhecer e descrever o uso das pastilhas de Paraformaldeído como agente microbicida. Houve um retorno de 443 (6,41%) correspondências das quais 253 (57,89%) afirmaram fazer uso deste agente químico. Vários artigos de uso médico-hospitalares com indicação de esterilização por autoclavação, são processados por meio das pastilhas de Paraformaldeído nas Instituições pesquisadas, demonstrando critérios norteadores inadequados na escolha do processo. Considerando-se a baixa difusibilidade do gás em questão, um outro uso inadequado detectado das pastilhas de Paraformaldeído foi no processamento de artigos com lúmens e os de densidade. A percepção das enfermeiras quanto às perspectivas do uso das pastilhas de Paraformaldeído, como agente químico esterilizante, em condições ambientais é de desuso, apontando para uma busca de tecnologias mais seguras.

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Publicado

2001-06-01

Número

Sección

Original Articles

Cómo citar

Graziano, K. U. (2001). O uso das pastilhas de paraformaldeído pelas instituições de saúde do Brasil: parte I. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 35(2), 191-199. https://doi.org/10.1590/S0080-62342001000200015