Maturidade cognitiva do estudante de enfermagem Português para intervir em desastres: contribuição da formação inicial

Autores

DOI:

https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2023-0364pt

Palavras-chave:

Aprendizagem, Estudantes de Enfermagem, Educação em Enfermagem, Ensino

Resumo

Objetivo: Compreender se, na perspectiva dos coordenadores/diretores dos cursos de licenciatura em enfermagem e enfermeiros com competências no domínio de desastres, o estudante de enfermagem apresenta a necessária maturidade cognitiva para articular as diversas dimensões inerentes à área de desastres, permitindo um desempenho eficiente. Método: Estudo de abordagem metodológica qualitativa, sustentado no raciocínio indutivo e na descrição rigorosa dos fenômenos, alicerçado na pesquisa exploratória. Resultados: Diante da especificidade e da complexidade desses fenômenos, a inclusão do domínio de desastres no processo de ensino-aprendizagem, para subsidiar a construção de conhecimento válido e permitir o desenvolvimento e maturidade dos processos cognitivos do estudante de licenciatura em enfermagem, é determinante. Conclusão: Atualmente, a redutora formação técnico-científica no domínio de desastres em Portugal constitui uma barreira no desenvolvimento da maturidade cognitiva do estudante de enfermagem, impedindo a sua capacidade de resposta quando confrontado com fenômenos dessa complexidade.

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Publicado

2024-05-20

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Santos, P. A. F. dos, Baptista, R. C. N., Coutinho, V. R. D., & Rabiais, I. C. M. (2024). Maturidade cognitiva do estudante de enfermagem Português para intervir em desastres: contribuição da formação inicial. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 58, e20230364. https://doi.org/10.1590/1980-220X-REEUSP-2023-0364pt