A percepção da família sobre sua presença em uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatal
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0080-62342009000300019Palavras-chave:
Criança hospitalizada, Unidades de Terapia Intensiva, Relações profissional-família, AcolhimentoResumo
O estudo, de abordagem qualitativa, teve por objetivo compreender como as famílias percebem a própria presença na unidade de terapia intensiva pediátrica e neonatal, e a aceitação dessa presença por parte dos profissionais de saúde. Os dados foram coletados por meio de entrevista semiestruturada a 14 pais de crianças internadas na UTI pediátrica e neonatal de dois hospitais na Região Noroeste do Paraná. Para a interpretação dos dados, optou-se pela análise de conteúdo. Os resultados revelaram o sofrimento vivenciado pelos pais, as alterações que ocorreram na dinâmica familiar em face da hospitalização do filho, e a percepção dos benefícios da sua permanência junto à criança, do acolhimento e dos cuidados recebidos. Concluiu-se que os pais valorizam o fato de os profissionais demonstrarem respeito e atenção para com eles e a criança, criando elos de afetividade e confiança, além de gratidão pelo cuidado.Downloads
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Publicado
2009-09-01
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Artigo Original
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Como Citar
Molina, R. C. M., Fonseca, E. L., Waidman, M. A. P., & Marcon, S. S. (2009). A percepção da família sobre sua presença em uma Unidade de Terapia Intensiva Pediátrica e Neonatal. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 43(3), 630-638. https://doi.org/10.1590/S0080-62342009000300019