Prevalência e comorbidade de dor e fadiga em mulheres com câncer de mama

Autores

  • Daniela de Araújo Lamino Universidade de São Paulo; Escola de Enfermagem
  • Dálete Delalibera Correa de Faria Mota Universidade de São Paulo; Escola de Enfermagem
  • Cibele Andrucioli de Mattos Pimenta Universidade de São Paulo; Departamento de Enfermagem Médico Cirúrgica

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342011000200029

Palavras-chave:

Neoplasias da mama, Fadiga, Dor, Cuidados paliativos

Resumo

O estudo analisou a prevalência e a comorbidade de dor e fadiga em mulheres com câncer de mama. Trata-se de estudo transversal, com amostra, não probabilística de 182 mulheres em tratamento ambulatorial para câncer de mama, entrevistadas no período de julho 2006 a março de 2007. Fadiga, avaliada pela Escala de Fadiga de Piper, foi dividida em duas categorias (escore 0,1-4,9 e >;5-10). Dor, avaliada pela escala de 0-10, foi categorizada do mesmo modo que fadiga. Fadiga ocorreu em 94 mulheres (51,6%), sendo >;5 em 44 (46,8%) delas. Dor ocorreu em 86 mulheres (47,2%), sendo >;5 em 50 (58,1%). Fadiga e dor correlacionaram-se (r=0,38, p=0,003) e a comorbidade fadiga e dor foi de 38,3%. Dor intensa acentuou a fadiga (p=0,089) e fadiga intensa acentuou a dor (p=0,016). Tais dados são inéditos em nosso meio, confirmam a existência de um cluster de sintoma e dos prejuízos decorrentes dessa comorbidade.

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Publicado

2011-04-01

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Lamino, D. de A., Mota, D. D. C. de F., & Pimenta, C. A. de M. (2011). Prevalência e comorbidade de dor e fadiga em mulheres com câncer de mama. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 45(2), 508-514. https://doi.org/10.1590/S0080-62342011000200029