Vivência do sofrimento moral na enfermagem: percepção da enfermeira
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0080-62342012000300021Palavras-chave:
Enfermagem, Ética em enfermagem, Competência profissional, Esgotamento profissional, Estresse psicológicoResumo
Objetivando conhecer a percepção do sofrimento moral vivenciado, relacionando frequência e intensidade, realizou-se pesquisa Survey, utilizando escala Likert variando de 0 a 6 pontos, com 124 enfermeiras em hospitais do sul do Brasil, no ano de 2008. Mediante questionário autoaplicável e análise fatorial, foram identificados e validados quatro constructos. Os resultados finais foram obtidos através de três diferentes análises: 1) estatística descritiva; 2) análises de variância 3) regressão múltipla. O constructo que apresentou maior intensidade de percepção de vivência do sofrimento moral foi a falta de competência na equipe de trabalho (4,55), seguido pela negação do papel da enfermeira como advogada do paciente (4,30), obstinação terapêutica (3,60) e desrespeito à autonomia do paciente (3,57). Em relação à percepção da frequência do sofrimento moral, destacou-se, novamente, o constructo falta de competência na equipe de trabalho (2,42), seguido da obstinação terapêutica (2,26), negação do papel da enfermeira como advogada do paciente (1,71) e desrespeito à autonomia do paciente (1,42).Downloads
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Publicado
2012-06-01
Edição
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Artigo Original
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Como Citar
Barlem, E. L. D., Lunardi, V. L., Lunardi, G. L., Dalmolin, G. de L., & Tomaschewski, J. G. (2012). Vivência do sofrimento moral na enfermagem: percepção da enfermeira. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 46(3), 681-688. https://doi.org/10.1590/S0080-62342012000300021