Fiscalização e formação das parteiras em São Paulo (1880-1920)

Autores

  • Maria Lúcia Mott USP; Escola de Enfermagem

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342001000100008

Palavras-chave:

História da enfermagem, Enfermagem obstétrica, Parteira

Resumo

Este artigo faz parte de uma pesquisa mais ampla realizada em nível de Pós-Doutuorado na Escola de Enfermagem da USP (1999-2000), intitulada «Caminhos Cruzados: os cursos para formação de parteiras e enfermeiras em São Paulo (1880-1971)» que teve por objetivo refletir sobre as atribuições de parteiras e enfermeiras obstétricas e a exclusão dessas profissionais na assistência ao parto no decorrer do século XX. O artigo se detém nos primeiros cursos para formação de parteiras e na fiscalização da profissão, apontando que no início do século XX, já se pode perceber uma associação entre parteiras e enfermeiras, não apenas em alguns cursos para formação profissional, como também no cotidiano de trabalho. Passa a existir a expectativa de que a parteira fosse também enfermeira.

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Publicado

2001-03-01

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Mott, M. L. (2001). Fiscalização e formação das parteiras em São Paulo (1880-1920). Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 35(1), 46-53. https://doi.org/10.1590/S0080-62342001000100008