Caracterização do estresse nos enfermeiros de unidades de terapia intensiva

Autores

  • Francine Jomara Lopes Guerrer USP; Escola de Enfermagem
  • Estela Regina Ferraz Bianchi USP; Escola de Enfermagem

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0080-62342008000200020

Palavras-chave:

Estresse, Unidades de Terapia Intensiva, Enfermagem

Resumo

O estudo propõe uma caracterização dos enfermeiros que atuam em unidades de terapia intensiva (UTIs) das Regiões Brasileiras e a associação do nível de estresse relatado com idade, cargo ocupado, tempo de formado e freqüência a cursos de pós-graduação. Os dados foram coletados utilizando-se a Escala Bianchi de Stress, constituída por caracterização sociodemográfica e 51 itens das atividades desempenhadas por enfermeiros. A amostra foi composta por 263 enfermeiros, sendo feminina (91,6%), jovem (80,2% < 40 anos), entre 2 e 5 anos de formado (34,6%), 87,8% atuando como enfermeiros assistenciais, 74,5% com pós-graduação lato sensu. Os enfermeiros obtiveram nível de estresse entre médio e alerta (60,1%). Houve associação estatisticamente significante (p<0,05) entre domínios C (administração de pessoal) e D (assistência de enfermagem) e realização de curso de pós-graduação. Concluindo, tanto os enfermeiros como hospitais devem investir esforços para obter subsídios para a prestação de assistência e estratégias de enfrentamento do estresse.

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Publicado

2008-06-01

Edição

Seção

Artigo Original

Como Citar

Guerrer, F. J. L., & Bianchi, E. R. F. (2008). Caracterização do estresse nos enfermeiros de unidades de terapia intensiva. Revista Da Escola De Enfermagem Da USP, 42(2), 355-362. https://doi.org/10.1590/S0080-62342008000200020