Comparações múltiplas das carteiras de bolsa no Brasil: avaliação da performance do Índice de Governança Corporativa
DOI:
https://doi.org/10.5700/issn.2177-8736.rege.2005.36533Palavras-chave:
Governança Corporativa, Mercado de Capitais, Estudo de Carteiras, BootstrapResumo
A adoção de padrões de governança corporativa superiores aumenta o retorno, reduz a volatilidade dos retornos, aumenta o volume negociado e a liquidez, e diminui a exposição dos retornos das ações a riscos externos, o que conseqüentemente torna o custo de capital menor e eleva o valor da empresa. Este artigo tem por objetivo geral analisar essas hipóteses no mercado de capitais nacional mediante a revisão da literatura existente, e como objetivo específico desenvolver um Estudo de Carteiras para avaliar a performance do Índice de Governança Corporativa (IGC). Nesse sentido, por meio do método de reamostragem Bootstrap, comparam-se as médias e medianas das carteiras: IGC, Ibovespa (IBO), IBrX, IBrX-50, FGV-E e FGV-100, no período de julho de 2001 a agosto de 2005, em três diferentes classes de indicadores: retornos, risco e retornos ajustados ao risco. Na primeira classe de indicadores foram utilizados os retornos nominais e reais e na segunda foram empregadas as medidas de risco dos retornos nominais mensais: desvio-padrão, coeficiente de variação e Beta do CAPM. Relativamente aos retornos ajustados ao risco, usaram-se os seguintes indicadores: Índice de Sharpe (S), Índice de Treynor (T), Índice M², Alfa de Jensen ( α ) e Appraisal Ratio (A). Conclui-se que, apesar de poucas diferenças estatísticas, o IGC apresentou uma boa performance, corroborando a eficácia de melhores práticas de governança corporativa.Downloads
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Publicado
2005-12-01
Edição
Seção
Finanças
Como Citar
Comparações múltiplas das carteiras de bolsa no Brasil: avaliação da performance do Índice de Governança Corporativa . (2005). REGE Revista De Gestão, 12(4), 55-72. https://doi.org/10.5700/issn.2177-8736.rege.2005.36533