Diagnóstico da Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) de frentistas de postos de combustíveis e suas interfaces com a qualidade dos serviços prestados
DOI:
https://doi.org/10.5700/issn.2177-8736.rege.2007.36606Palavras-chave:
Postos de combustíveis, Qualidade de Vida no Trabalho, Qualidade dos ServiçosResumo
O presente trabalho teve como objetivo diagnosticar a Qualidade de Vida no Trabalho dos frentistas a partir de três eixos norteadores: a) delinear o perfil da categoria; b) caracterizar o desempenho dos trabalhadores em indicadores de QVT de acordo com o modelo de Fernandes (1996); c) indicar interfaces da QVT com a qualidade dos serviços prestados. O universo foi de 886 sujeitos, dos quais 283 compuseram a amostra. A coleta dos dados foi realizada por meio de questionário estruturado (baseado no modelo de Fernandes, 1996), com uma única questão subjetiva. As questões fechadas foram processadas no software estatístico SPSS, ao passo que a questão aberta teve os resultados categorizados segundo as dimensões do modelo já citado. Como resultado, desempenhos inferiores ocorreram na Compensação e nas Condições de Trabalho, em contraposição às dimensões Imagem da empresa e Comunicação, que obtiveram destaque positivo. A pesquisa evidenciou que, apesar dos crescentes investimentos na aparência estética dos postos, os investimentos no desenvolvimento dos frentistas são mínimos. Considerando-se que o frentista é o primeiro e, não raro, o único contato dos postos com o cliente, os resultados apontam fragilidades na QVT, com influências negativas na qualidade dos serviços.Downloads
Os dados de download ainda não estão disponíveis.
Downloads
Publicado
2007-09-01
Edição
Seção
Recursos Humanos
Como Citar
Diagnóstico da Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) de frentistas de postos de combustíveis e suas interfaces com a qualidade dos serviços prestados . (2007). REGE Revista De Gestão, 14(3), 71-89. https://doi.org/10.5700/issn.2177-8736.rege.2007.36606