Assimetria na volatilidade dos retornos revisitada: Ibovespa, merval e inmex
DOI:
https://doi.org/10.5700/issn.2177-8736.rege.2008.36654Palavras-chave:
Assimetria, Modelos GARCH, VolatilidadeResumo
Este artigo procura, por meio de modelos da classe ARCH, evidências do efeito assimétrico na volatilidade das séries de retornos dos índices de ações da Argentina (Merval), Brasil (Ibovespa) e México (Inmex) durante o período de janeiro de 2000 a dezembro de 2005. Os resultados mostraram maior influência de eventos negativos do que positivos, de mesma intensidade, sobre a volatilidade das séries analisadas, e verificou-se que choques nas séries de retornos têm efeito por vários períodos. Esses resultados são semelhantes aos encontrados por Ceretta e Costa Jr. (1999) para o período da segunda metade da década de 1990, quando houve uma série de crises sistêmicas no mercado financeiro internacional. Esta comparação permite conjecturar que esse efeito assimétrico é prevalente em séries de índices de ações, independentemente de o período analisado ser conturbado ou não.Downloads
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Publicado
2008-12-01
Edição
Seção
Finanças
Como Citar
Assimetria na volatilidade dos retornos revisitada: Ibovespa, merval e inmex . (2008). REGE Revista De Gestão, 15(4), 71-84. https://doi.org/10.5700/issn.2177-8736.rege.2008.36654