Atmósfera y Percepción: un reflexión Fenomenológico del Museo Iberê Camargo
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2525-8354.v18i18p162-193Palabras clave:
Álvaro Siza, Fenomenología, Museos, Atmósfera, Museo Iberê CamargoResumen
El artículo propone una reflexión fenomenológica sobre el Museo Iberê Camargo, investigando cómo la arquitectura de Álvaro Siza induce experiencias sensibles. La investigación es aplicada, cualitativa y exploratoria, articulando fenomenología y psicología ambiental, con énfasis en el concepto de atmósfera. Se definieron cuatro unidades de análisis que fueron observadas in situ por dos investigadores, quienes registraron la experiencia espacial en movimiento. La metodología adoptada demostró ser eficaz para identificar e interpretar estrategias proyectuales, revelando la recurrencia de las percepciones entre los observadores y mostrando que es posible prever efectos sensibles incluso en la fase de proyecto. A partir de la vivencia directa del espacio, se percibe cómo la luz, la materialidad y el recorrido se entrelazan en la creación de atmósferas que amplían el sentido expositivo.
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