El giro decolonial en las artes y la disputa en torno al espacio del arte indígena
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2525-8354.v18i18p72-95Palabras clave:
arte contemporáneo, indígenas, decolonial, antropofagia, curaduríaResumen
Cada vez más, las curadurías y exposiciones artísticas se han orientado hacia cuestiones identitarias y etnográficas, buscando dar mayor visibilidad a sujetos y obras hasta entonces considerados “menores”, así como realizar una especie de autorreflexión sobre los principios que les otorgaban existencia y legitimidad - proceso que algunos autores han denominado giro decolonial de las artes. Al centrarse en los modos de representación y la autoría indígena en dos exposiciones de arte contemporáneo, la 24ª Bienal de São Paulo (1998) y Historias Mestizas (2014), este artículo tiene como objetivo reflexionar sobre los límites y potencialidades de este proceso, aún en curso en el medio artístico nacional e internacional.
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Referencias
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