Espacio, Poder y Perplejidad: la Expografía como Práctica Emancipatoria
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2525-8354.v19i19p118-138Palabras clave:
expografía, público, estética de la recepción, museos de arte, experiênciaResumen
Este artículo explora cómo la organización espacial influye en el poder y la percepción, desde la Pnyx ateniense hasta las exposiciones contemporáneas. Analiza la expografía como herramienta política para la emancipación o la dominación, y aborda el reto de involucrar al público mediante enfoques que conviertan a los visitantes en participantes activos en situaciones desafiantes.
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