Violino e rabeca no Ceará do século XIX: Terminologia, práxis e iconografia
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2447-7117.rt.2025.238584Palavras-chave:
Violino e rabeca, Samba, Província do Ceará, Comissão de Exploração Científica das Províncias do Norte, José dos Reis CarvalhoResumo
O artigo problematiza a oposição entre “rabeca” e “violino”, tomando como foco o Ceará do século XIX. A pesquisa se fundamenta no estudo de fontes documentais, relatos de viajantes, jornais impressos, métodos, tratados musicais (artinhas) e registros iconográficos, com destaque para a aquarela Samba de José dos Reis Carvalho – elaborada durante a Comissão Científica de Exploração das Províncias do Norte, entre 1859 e 1861. Os resultados demonstram que, no Brasil dos tempos coloniais e no século XIX, os termos “rabeca” e “violino” foram usados indistintamente, independente de classe social, formação intelectual (leigos ou profissionais), ambientes urbanos ou rurais, solfas (papéis com notação musical) ou demais documentos. Tais fontes demonstram a variedade de técnicas de interpretação/execução do instrumento, questionando dicotomias entre os pares popular e erudito, regional e cosmopolita, ou ainda entre oralidade e escritura. Ao integrar crítica terminológica, bem como os estudos documentais e iconográficos, o artigo procura contribuir para uma compreensão mais abrangente das práticas musicais populares, desmistificando, numa perspectiva histórica, a rabeca numa condição restrita.
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