A construção intelectual da “Região Sudoeste” (EUA): uma reflexão sobre a utilização do conceito de “área cultural” como ferramenta ideológica.

Autores

  • Cassia Bars Hering Universidade de São Paulo. Museu de Arqueologia e Etnologia. Programa de pós-graduação em Arqueologia

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.2015.114977

Palavras-chave:

Área Cultural, Arqueologia Americana, Região Sudoeste

Resumo

Propõe-se aqui uma discussão sobre a construção intelectual na arqueologia de um conceito que ficou conhecido como “Região Sudoeste” (EUA) – suas supostas fronteiras e suas principais características, que, a princípio, as diferenciariam de outras regiões (tal como a Mesoamérica, ao sul). Para tanto, considerou-se importante investigar o estabelecimento da concepção de “área cultural” – sua importância conceitual na antropologia e na arqueologia americana desde o início do século XX. No caso do estabelecimento das “fronteiras” da “área cultural Sudoeste”, nota-se que este foi permeado por crenças de tons preconceituosos, que, em suas muitas facetas de modo geral, consideraram a área como uma “exclusão” do que não era mesoamericano - ou como uma área na qual grupos supostamente “intelectualmente inferiores” habitaram.

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Publicado

2015-12-20

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

HERING, Cassia Bars. A construção intelectual da “Região Sudoeste” (EUA): uma reflexão sobre a utilização do conceito de “área cultural” como ferramenta ideológica. Revista do Museu de Arqueologia e Etnologia, São Paulo, Brasil, n. 25, p. 169–190, 2015. DOI: 10.11606/issn.2448-1750.revmae.2015.114977. Disponível em: https://revistas.usp.br/revmae/article/view/114977. Acesso em: 3 fev. 2026.