Um banco de dados digital para os Aegyptiaca do sudoeste ibérico: encontros coloniais e “mediterranização” das sociedades ibéricas da costa atlântica (sécs. VIII – V a.C.)
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.2019.169403Palavras-chave:
Arte egipcizante, expansão fenícia, Idade do Ferro, sudoeste ibérico, reformulação de identidadesResumo
Um estudo preliminar sobre a presença de “aegyptiaca” na costa ocidental da Península Ibérica. Este artigo aborda o material egípcio e egipcizante trazido para o território ibérico pela expansão fenícia entre os séculos VIII – V a.C. Uma vez que se trata de um material pouco estudado, propor a construção de um corpus para a região do Sudoeste Ibérico será uma mais-valia para a compreensão do fenômeno das relações entre nativos e estrangeiros. Assim, essa cultura material será a base para um estudo da presença fenícia no que outrora consistia de uma unidade geopolítica: o Sudoeste Ibérico. As relações comerciais, a transferência de tecnologia e a subsequente transição do Bronze Final para o Ferro Inicial entre as sociedades nativas são temas de interesse desse levantamento de corpus. A presença de bens de luxo e status em necrópoles nativas e mistas demonstra o gradual processo de adoção de elementos mediterrâneos nos ritos funerários e relações cotidianas dessas sociedades nativas, iluminando todo um processo de reformulação social, dando origem a estruturas hierárquicas mais complexas.
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