Helena de Eurípides
uma questão de identidade
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2448-1750.revmae.2004.89625Palavras-chave:
Helena, Tróia, Eurípides, Tragédia, Estudos clássicosResumo
O presente estudo tem como objetivo lançar algumas luzes na discussão de Helena de Eurípides, apresentada em Atenas em 412 a. C. Considerada como uma peça episódica, Helena apresenta algumas modificações em sua estrutura feitas por Eurípides que teriam causado alguma influência nas últimas peças de Sófocles tais como Filoctetes ou Édipo em Colono. O estudo está centrado sobretudo na cena de reconhecimento entre Helena (que não foi para Tróia como normalmente se supõe, mas está no Egito, salva e intacta) e seu marido, Menelau, que vem de Tróia trazendo na nau uma imagem cujo nome é também Helena, que, na hora conveniente, desaparece como fumaça. No final da peça, marido e mulher, aliados num plano enganador, fogem do Egito “bárbaro” e voltam para casa em segurança. Assim, a ambigüidade do nome de Helena se completa.
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