Infância, conselhos tutelares e agendas conservadoras: ativismo religioso para além das fronteiras da escola

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.i142p107-126

Palabras clave:

crianças e adolescentes, políticas públicas, conselhos tutelares, comunidades de fé

Resumen

Trata-se neste artigo de uma análise acerca da presença de sujeitos religiosos nos conselhos tutelares e como ocupar o debate acerca de políticas públicas para crianças e adolescentes se tornou espaço de produção de legibilidade para determinados sujeitos na política. Assim, pretendo demonstrar que conselhos tutelares funcionam como uma espécie de tecnologia de engajamento, um lugar de exercício das mais variadas pedagogias eleitorais, servindo de espaço para formação, teste e aprendizado a homens e mulheres que exercem posições de liderança em suas comunidades de fé – igrejas evangélicas ou paróquias católicas –, sem qualquer experiência política ou vivência como servidoras(es) públicas(os).

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Biografía del autor/a

  • Jacqueline Moraes Teixeira, Universidade de Brasília

    Professora adjunta do Departamento de Sociologia e do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade de Brasília (UnB).

Referencias

Publicado

2024-09-20

Número

Sección

Dossiê Religião e Escola

Cómo citar

TEIXEIRA, Jacqueline Moraes. Infância, conselhos tutelares e agendas conservadoras: ativismo religioso para além das fronteiras da escola. Revista USP, São Paulo, Brasil, n. 142, p. 107–126, 2024. DOI: 10.11606/issn.2316-9036.i142p107-126. Disponível em: https://revistas.usp.br/revusp/article/view/246772. Acesso em: 5 abr. 2026.