Infância, conselhos tutelares e agendas conservadoras: ativismo religioso para além das fronteiras da escola
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.i142p107-126Palavras-chave:
crianças e adolescentes, políticas públicas, conselhos tutelares, comunidades de féResumo
Trata-se neste artigo de uma análise acerca da presença de sujeitos religiosos nos conselhos tutelares e como ocupar o debate acerca de políticas públicas para crianças e adolescentes se tornou espaço de produção de legibilidade para determinados sujeitos na política. Assim, pretendo demonstrar que conselhos tutelares funcionam como uma espécie de tecnologia de engajamento, um lugar de exercício das mais variadas pedagogias eleitorais, servindo de espaço para formação, teste e aprendizado a homens e mulheres que exercem posições de liderança em suas comunidades de fé – igrejas evangélicas ou paróquias católicas –, sem qualquer experiência política ou vivência como servidoras(es) públicas(os).
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