O Conselheiro Aires na obra de Sérgio Paulo Rouanet
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.i144p31-46Palavras-chave:
Machado de Assis, Sérgio Paulo Rouanet, forma shandiana, ficção brasileira e diplomacia, política externaResumo
Este artigo propõe que a “forma shandiana” conceitualizada por Sérgio Paulo Rouanet, em seu livro Riso e melancolia, empregada especialmente às Memórias póstumas de Brás Cubas, também pode ser aplicada aos romances de Machado posteriores a este, inclusive aos dois últimos, cujo “autor” é um diplomata, o Conselheiro Aires. O artigo também resgata o que talvez seja o único texto publicado por Rouanet sobre política externa e internacional, que especula sobre o que seria uma política externa brasileira conduzida pelo personagem de Machado, e analisa as referências à figura de Aires na correspondência de Machado organizada por Rouanet.
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