Individuação e imaginação simbólica em C. G. Jung – Um diálogo possível com o neo-Iluminismo
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2316-9036.i144p83-98Palavras-chave:
Jung, individuação, imaginação simbólica, Romantismo, neo-IluminismoResumo
A indisfarçável têmpera romântica da psicologia analítica forjada por C. G. Jung poderia, à primeira vista, torná-lo um pensador estranho a um evento que celebra o Iluminismo como valor. No entanto, uma consideração mais detida e livre de simplificações preconcebidas do pensamento de Jung (e do próprio Romantismo) pode descortinar perspectivas que podem e devem ser integradas em uma posição neo-iluminista crítica e consequente. Pretendo mostrar essa possibilidade examinando a concepção de individuação em Jung, compreendida segundo o ângulo da problemática universalidade-particularidade.
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