Riobaldo, messenger's road, and horses: shared poetry and mediumistic writing in Grande sertão: veredas

Authors

  • Marcelo Marinho Federal University for Latin American Integration image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.11606/2316901X.n94.2026.e10816

Keywords:

“Ecumenical omelet”, “Irrational autobiography”, “Mediumistic spiritualities”, “Grande sertão: veredas”

Abstract

In his uninterrupted narrative, seemingly oblivious to the most basic physiological needs, Riobaldo repeatedly invokes the word “horse” and its derivatives (horsemen, cavalry, etc.), while, according to Houaiss (2001), the etymology of “vereda” (“bridle path” or “earthy road”) points to a “messenger’s road” – an instrument of transportation and communication. If Rosa, as cited by Campos (2006), describes his work as an “ecumenical omelet”, it is worth noting that, in the lexicon of Umbanda, a “horse” (cavalo) is the medium who serves as the vessel for discarnate messenger spirits. Could Quelemém, Riobaldo's Kardecist compadre, therefore be the friendly horse-medium who hosts Riobaldo (“my Quelemém”) in a state of mediumistic incorporation, giving voice to a posthumous psychographic narrative?

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Author Biography

  • Marcelo Marinho, Federal University for Latin American Integration

    Marcelo Marinho é  docente do Programa de Pós-Graduação em Literatura Comparada da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila).

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Published

2026-09-01

Issue

Section

Dossiê Guimarães Rosa – 70 anos de Corpo de baile e Grande sertão: veredas

How to Cite

Marinho, M. (2026). Riobaldo, messenger’s road, and horses: shared poetry and mediumistic writing in Grande sertão: veredas. Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, 1(94), e10816. https://doi.org/10.11606/2316901X.n94.2026.e10816