Teste de imunoperoxidase para a sorologia da leishmaniose mueocutânea

Autores

  • Beatriz J. Celeste Universidade de São Paulo; Faculdade de Medicina; Instituto de Medicina Tropical de São Paulo; Seroepidemiology Laboratory
  • M. Carolina S. Guimarães Universidade de São Paulo; Faculdade de Medicina; Department of Preventive Medicine
  • Edelma Maria Corrales L. Universidade de São Paulo; Faculdade de Medicina; Instituto de Medicina Tropical de São Paulo; Seroepidemiology Laboratory

Palavras-chave:

Mucocutaneous leishmaniasis serology, Performance index, Peroxidase antibody test, Fluorescent antibody test

Resumo

Os parâmetros sorológicos do teste de imunoperoxidase foram comparados aos do teste de imunofluorescência. O teste de imunoperoxidase mostrou ter sensibilidade e valor de predição negativo estatisticamente mais alto que aqueles do teste de imunofluorescência porém, os limites de confiança 95% da especificidade e do valor de predição positivo estavam contidos naqueles encontrados para o teste de imunofluorescência. Tais diferenças se mantiveram quando os cálculos dos índices foram feitos com e sem a inclusão de soros de doença de Chagas ou leishmaniose visceral. A análise estatística mostrou que os dois testes tinham um grau substancial de concordância mas o teste de imunofluorescência tinha um índice de especificidade e o vaior de predição positivo igual a 100,0% quando os soros de Chagas e leishmaniose visceral foram excluídos. Neste caso. o teste positivo se torna o teste diagnóstico da doença em face da não existência de falso-positivos. O conjugado de peroxidase poderá se constituir em fonte de problemas técnicos na sorologia se a relação enzima proteína se afastar das quantidades ótimas de marcação.

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Referências

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Publicado

1988-12-01

Edição

Seção

Artigos Originais

Como Citar

Celeste, B. J., Guimarães, M. C. S., & Corrales L., E. M. (1988). Teste de imunoperoxidase para a sorologia da leishmaniose mueocutânea . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 30(6), 411-414. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28619