Doença de Chagas em uma comunidade do Sudeste do Brasil: I. Seguimento sorológico em uma área com controle vetorial

Autores

  • Roberto Montoya World Health Organization Regional Office for the Americas image/svg+xml
  • João Carlos Pinto Dias Fiocruz; Centro de Pesquisas René Rachou
  • José Rodrigues Coura Instituto Oswaldo Cruz; Departamento de Medicina Tropical

Palavras-chave:

T. cruzi infection, Chagas' disease prevalence, Epidemiology, Vectorial control, Chagas disease transmission

Resumo

A prevalência da infecção pelo Trypanosoma cruzi foi avaliada no município de Berilo, Minas Gerais, Brasil, no período de janeiro a julho de 1997. Uma amostra de 2.261 indivíduos foi estudada sorologicamente mediante o teste de imunofluorescência indireta em sangue coletado em papel de filtro. A taxa de prevalência foi de 18% no total da população estudada e 50% em pessoas da área rural maiores de 30 anos. A percentagem de soropositividade foi 0,17% entre os menores de 10 anos estudados, o que sugere que a transmissão vetorial está controlada na área. Observamos uma diminuição na taxa de soroprevalência entre as pessoas nascidas após 1960 e 1970 o que teria relação com o início das ações de controle. Observou-se também uma redução na taxa de infecção pelo T. cruzi quando comparamos os nossos achados com as estimativas de infecção registradas em um estudo sorológico realizado em Berilo em 1983.

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Referências

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Publicado

2003-10-01

Edição

Seção

Tripanossomíase

Como Citar

Montoya, R., Dias, J. C. P., & Coura, J. R. (2003). Doença de Chagas em uma comunidade do Sudeste do Brasil: I. Seguimento sorológico em uma área com controle vetorial . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 45(5), 269-274. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/30738