Azitromicina no tratamento da leishmaniose mucosa

Autores

  • Mario León Silva-Vergara Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro; Departamento de Clínica Médica
  • Luciana de Almeida Silva Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro; Departamento de Clínica Médica
  • Frederico Ricardo Zago Maneira Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro; Departamento de Clínica Médica
  • Achilles Gustavo da Silva Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro; Departamento de Clínica Médica
  • Aluízio Prata Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro; Departamento de Clínica Médica

Palavras-chave:

Mucosal leishmaniasis, Azithromycin, Chronic cardiopathy

Resumo

O presente relato descreve três pacientes idosos com leishmaniose mucosa de longa evolução, os quais eram portadores de cardiopatia crônica. Pela alta freqüência de efeitos secundários e tóxicos dos medicamentos utilizados no tratamento clássico, esses pacientes receberam azitromicina. Este medicamento foi administrado pela via oral, em dose única diária de 500 mg, durante dez dias, em três séries com intervalo de um mês. Em todos, houve cicatrização das lesões depois da terceira série. Um dos pacientes apresentou recidiva após seis meses e uma nova série de azitromicina fez regredir novamente o quadro. Azitromicina pode ser uma alternativa para o tratamento das leishmanioses, principalmente pela concentração adequada em mucosas e nos fagócitos, posologia única diária, boa tolerância e administração oral.

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Referências

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Publicado

2004-06-01

Edição

Seção

Relato de Caso

Como Citar

Silva-Vergara, M. L., Silva, L. de A., Maneira, F. R. Z., Silva, A. G. da, & Prata, A. (2004). Azitromicina no tratamento da leishmaniose mucosa . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 46(3), 175-177. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/30814