Neurocriptococose: diagnóstico por PCR

Autores/as

  • Regina Célia Paschoal University of São Paulo; Faculty of Pharmaceutical Sciences; Department of Clinical Analyses and Toxicology
  • Mário Hiroyuki Hirata University of São Paulo; Faculty of Pharmaceutical Sciences; Department of Clinical Analyses and Toxicology
  • Rosário Crespo Hirata University of São Paulo; Faculty of Pharmaceutical Sciences; Department of Clinical Analyses and Toxicology
  • Márcia de Souza Carvalho Melhem Adolfo Lutz Institute
  • Amanda Latercia Tranches Dias USP; Institute of Biomedical Sciences; Department of Microbiology
  • Claudete Rodrigues Paula USP; Institute of Biomedical Sciences; Department of Microbiology

Palabras clave:

Cryptococcus neoformans, PCR, Diagnostic methods, AIDS, Cryptococcosis

Resumen

A detecção de Cryptococcus neoformans em líquor foi otimizada pela técnica de PCR. A amplificação foi realizada nas áreas ITS e 5,6S do RNA ribossomal (rRNA). Foram estudados 72 líquors obtidos de casos de pacientes com e sem AIDS. Os pacientes eram portadores de meningite criptocócica (n = 56) e meningite ocasionada por outros agentes (n = 16). Os resultados demonstraram que a técnica tem alta sensibilidade, superior a cultura (85,7%) e ao teste da tinta da china (76,8%). A técnica de PCR pode detectar 1 célula/mL de líquor e é altamente específica. A análise comparativa dos três métodos, tinta da china, cultura e PCR, demonstrou que o último é muito mais sensível e específico, podendo ser aplicável como importante recurso laboratorial no diagnóstico da neurocriptococose.

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Publicado

2004-08-01

Número

Sección

Mycology

Cómo citar

Paschoal, R. C., Hirata, M. H., Hirata, R. C., Melhem, M. de S. C., Dias, A. L. T., & Paula, C. R. (2004). Neurocriptococose: diagnóstico por PCR . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 46(4), 203-207. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/30825