Soroprevalência da doença de Chagas em escolares de dois municípios do Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais, Brasil, seis anos após a implantação da vigilância epidemiológica

Autores/as

  • Jaila Dias Borges UFOP; Instituto de Ciências Exatas e Biológicas; Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas
  • Girley Francisco Machado de Assis UFOP; Instituto de Ciências Exatas e Biológicas; Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas
  • Lizziani Vasconcelos Gomes UFOP; Instituto de Ciências Exatas e Biológicas; Núcleo de Pesquisas em Ciências Biológicas
  • João Carlos Pinto Dias FIOCRUZ; Centro de Pesquisas René Rachou
  • Ildikô Delkim Miranda Pinto Ezequiel Dias Foundation image/svg+xml
  • Olindo Assis Martins-Filho FIOCRUZ; Centro de Pesquisas René Rachou
  • Rosália Morais Torres UFMG; Faculdade de Medicina; Departamento de Clínica Médica
  • Pedro Albajar Viñas FIOCRUZ; IOC; Departamento de Medicina Tropical
  • Maria Terezinha Bahia UFOP; ICEB; Departamento de Ciências Biológicas
  • George Luiz Lins Machado-Coelho UFOP; Escola de Farmácia; Departamento de Farmácia
  • Marta de Lana Universidade Federal de Ouro Preto; Escola de Farmácia; Departamento de Análises Clínicas

Palabras clave:

Chagas disease prevalence, Serology, Children

Resumen

Seis anos após o início da vigilância epidemiológica para doença de Chagas em Berilo e José Gonçalves de Minas, Vale do Jequitinhonha, MG, Brasil, foi realizado um inquérito sorológico para verificar se a transmissão desta endemia estava ocorrendo naquela área. Uma amostra aleatória de 1.412 crianças, de 7 a 14 anos, foi avaliada. Foram encontradas seis crianças positivas assintomáticas, totalizando uma prevalência de 0,4%. Hemocultura confirmou a infecção em cinco dos seis casos positivos. Uma investigação epidemiológica adicional, revelou importantes antecedentes, tais como: casos da doença em parentes e condições de moradia e ecológicas predisponentes. Nossos resultados demonstram uma soroprevalência similar (0,4%) em escolares de 7 a 14 anos àquela observada há seis anos (0,2%) em crianças de 0-9 anos. Dessa forma, considerando a presença constante de Panstrogylus megistus estes achados reforçam a necessidade de uma vigilância epidemiológica contínua e aperfeiçoada para Doença de Chagas naquela região.

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Publicado

2006-04-01

Número

Sección

Chagas Disease

Cómo citar

Borges, J. D., Assis, G. F. M. de, Gomes, L. V., Dias, J. C. P., Pinto, I. D. M., Martins-Filho, O. A., Torres, R. M., Viñas, P. A., Bahia, M. T., Machado-Coelho, G. L. L., & Lana, M. de. (2006). Soroprevalência da doença de Chagas em escolares de dois municípios do Vale do Jequitinhonha, Minas Gerais, Brasil, seis anos após a implantação da vigilância epidemiológica . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 48(2), 81-86. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/30977