Detecção molecular de HPV 16 e 18 em amostras cervicais de pacientes de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil

Autores/as

  • Taíse Palmeiras Freitas UFMG; Faculdade de Farmácia; Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas
  • Bianca Bianco do Carmo UFMG; Faculdade de Farmácia; Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas
  • Francisco Danilo Ferreira Paula UFMG; Faculdade de Farmácia; Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas
  • Lucas Fonseca Rodrigues UFMG; Faculdade de Farmácia; Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas
  • Ana Paula Fernandes UFMG; Faculdade de Farmácia; Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas
  • Paula Ávila Fernandes UFMG; Faculdade de Farmácia; Departamento de Análises Clínicas e Toxicológicas

Palabras clave:

HPV, Cervical cancer, PCR, Genotyping, Cytology

Resumen

OBJETIVOS: O objetivo deste estudo foi investigar a freqüência da infecção por HPV e dos tipos 16 e 18 em amostras cervicais de pacientes atendidas em dois serviços públicos da cidade de Belo Horizonte-MG. MÉTODOS: Amostras cervicais de 174 pacientes foram coletadas para estudo citopatológico e molecular. A pesquisa da infecção por HPV foi feita através da PCR utilizando os oligonucleotídeos MY09/MY11. Os tipos virais 16 e 18 foram pesquisados através da utilização de oligonucleotídeos específicos. RESULTADOS: Dentre as 174 amostras analisadas, 20,7% apresentaram lesões escamosas intra-epiteliais e/ou invasoras detectadas na análise citopatológica, das quais 94,4% mostraram infecção por HPV. O HPV 16 foi encontrado em torno de 20% dos casos de lesão escamosa intra-epitelial de baixo grau e em 40% e 50% dos casos de lesão escamosa intra-epitelial de alto grau e carcinoma escamoso invasor, respectivamente. O HPV 18 foi encontrado em 6,7% das amostras com lesão de baixo grau e em dois casos de co-infecção com HPV 16. Em 50% dos casos de lesão de alto grau, o tipo de HPV não foi determinado. CONCLUSÕES: O HPV 16 foi o tipo viral mais freqüentemente detectado. No entanto, mais de 50% das amostras positivas no exame citopatológico não apresentaram HPV 16 e 18, indicando que possivelmente outros tipos virais estejam presentes em freqüências relativamente altas na população estudada.

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Publicado

2007-10-01

Número

Sección

Virology

Cómo citar

Freitas, T. P., Carmo, B. B. do, Paula, F. D. F., Rodrigues, L. F., Fernandes, A. P., & Fernandes, P. Ávila. (2007). Detecção molecular de HPV 16 e 18 em amostras cervicais de pacientes de Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 49(5), 297-301. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/31114