Rickettsiose do grupo da febre maculosa na Vila de Capoeirão, Itabira, Minas Gerais, Brasil

Autores

  • Manoella Campostrini Barreto Vianna University of São Paulo; Faculty of Veterinary Medicine; Preventive Veterinary Medicine Department
  • Maurício Claudio Horta University of São Paulo; Faculty of Veterinary Medicine; Preventive Veterinary Medicine Department
  • Luis Antônio Sangioni University of São Paulo; Faculty of Veterinary Medicine; Preventive Veterinary Medicine Department
  • Adriana Cortez University of São Paulo; Faculty of Veterinary Medicine; Preventive Veterinary Medicine Department
  • Rodrigo Martins Soares University of São Paulo; Faculty of Veterinary Medicine; Preventive Veterinary Medicine Department
  • Cláudio Lisias Mafra Federal University of Viçosa; Biochemistry and Molecular Biology Department
  • Márcio Antônio Moreira Galvão Federal University of Ouro Preto; Clinical and Social Nutrition
  • Marcelo Bahia Labruna University of São Paulo; Faculty of Veterinary Medicine; Preventive Veterinary Medicine Department
  • Solange Maria Gennari University of São Paulo; Faculty of Veterinary Medicine; Preventive Veterinary Medicine Department

Palavras-chave:

Spotted fever, Rickettsia rickettsii, Indirect Immunofluorescence Assay, PCR, Itabira

Resumo

O presente estudo investigou a infecção por rickéttsias do grupo da febre maculosa (GFM) em área endêmica para febre maculosa brasileira (FMB; causada por Rickettsia rickettsii) no Estado de Minas Gerais, Brasil. Amostras de soros de humanos, cães e eqüídeos, e carrapatos Amblyomma cajennense adultos colhidos em um povoado rural em Itabira, Minas Gerais foram testados para infecção por Rickettsia. Pela Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) foram detectados anticorpos anti-R. rickettsii em 8,2% dos soros humanos, 81,3% dos cães e em 100% dos eqüídeos. Nenhum dos 356 carrapatos se mostrou positivo para Rickettsia no teste de hemolinfa e na reação em cadeia pela polimerase (PCR) objetivando amplificar fragmentos de DNA dos genes htrA and the gltA. Os resultados sorológicos em eqüinos e cães (sentinelas para FMB) apontam para a circulação de uma rickéttsia do GFM na área do estudo, porém, numa freqüência de infecção muito baixa na população do carrapato A. cajennense.

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Referências

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Publicado

2008-10-01

Edição

Seção

Rickettsiose

Como Citar

Vianna, M. C. B., Horta, M. C., Sangioni, L. A., Cortez, A., Soares, R. M., Mafra, C. L., Galvão, M. A. M., Labruna, M. B., & Gennari, S. M. (2008). Rickettsiose do grupo da febre maculosa na Vila de Capoeirão, Itabira, Minas Gerais, Brasil . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 50(5), 297-301. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/31205