Discordâncias e consequências de resultados de provas de hemaglutinação indireta, imunofluorescência indireta e Elisa para o diagnóstico da doença de Chagas

Autores/as

  • Regina Maia de Souza Universidade de São Paulo; Faculdade de Medicina; Hospital das Clínicas; Laboratório de Investigação Médica
  • Vicente Amato Neto Universidade de São Paulo; Faculdade de Medicina; Hospital das Clínicas; Laboratório de Investigação Médica

Palabras clave:

Chagas disease, Serological diagnosis, Discrepancies, Consequences

Resumen

Com as provas de hemaglutinação indireta (HI), imunofluorescência indireta (IFI) e Enzyme Linked Immunosorbent Assay (ELISA), para diagnóstico da doença de Chagas, foram examinadas concomitantemente 4000 amostras de soro, com diferentes finalidades, tais como interesse clínico, apoio a pesquisas e acompanhamento parasitológico de pacientes com tal moléstia tratados por meio de transplante de coração. Os testes ocorreram, sem seleção e conforme as solicitações, em Laboratório que essencialmente prestou colaboração. Os resultados mostraram discordâncias, inclusive motivadoras de dúvidas, considerando especificamente o revelado pelos três métodos em conjunto. O que ficou verificado suscita preocupações e sugere a adoção de medidas aptas a evitar essas inadequações no contexto da parasitose.

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Publicado

2012-06-01

Número

Sección

Brief Communication

Cómo citar

Souza, R. M. de, & Amato Neto, V. (2012). Discordâncias e consequências de resultados de provas de hemaglutinação indireta, imunofluorescência indireta e Elisa para o diagnóstico da doença de Chagas . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 54(3), 141-144. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/31467