Resolução de leishmaniose cutânea após eczema agudo devido a antimoniato de meglumina intralesional

Autores

  • Erica de Camargo Ferreira e Vasconcellos Oswaldo Cruz Foundation; Evandro Chagas Clinical Research Institute; Leishmaniasis Surveillance Laboratory
  • Maria Inês Fernandes Pimentel Oswaldo Cruz Foundation; Evandro Chagas Clinical Research Institute; Leishmaniasis Surveillance Laboratory
  • Cláudia Maria Valete-Rosalino Rio de Janeiro Federal University; Otorhinolaryngology and Ophthalmology Department
  • Maria de Fátima Madeira Oswaldo Cruz Foundation; Evandro Chagas Clinical Research Institute; Leishmaniasis Surveillance Laboratory
  • Armando de Oliveira Schubach Our State Scientist from Carlos Chagas Filho Foundation for the Research Support in Rio de Janeiro State (FAPERJ)

Resumo

Relatamos caso de paciente de 42 anos atendida em centro de referência em leishmanioses no Rio de Janeiro, Brasil, apresentando lesão de leishmaniose cutânea no antebraço direito. Iniciado tratamento com baixa dose de antimoniato de meglumina (AM) intramuscular (5 mg Sb5+/kg/dia), houve melhora após 28 dias, porém com desenvolvimento de eczema generalizado. Após 87 dias, notou-se piora da lesão. A paciente recusou o tratamento com anfotericina B. Infiltrou-se AM na lesão em duas sessões, resultando em eczema local com bolhas. Entretanto, 20 dias depois, tanto a úlcera quanto o eczema regrediram. A administração intralesional do AM deve ser utilizada com cautela em pacientes com hipersensibilidade cutânea a este fármaco.

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Referências

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Publicado

2014-07-01

Edição

Seção

Relato de Caso

Como Citar

Vasconcellos, E. de C. F. e, Pimentel, M. I. F., Valete-Rosalino, C. M., Madeira, M. de F., & Schubach, A. de O. (2014). Resolução de leishmaniose cutânea após eczema agudo devido a antimoniato de meglumina intralesional . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 56(4), 361-362. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/84436