Salmonelose associada à esquistossomose mansônica hépato-esplênica: ação do praziquantel

Autores

  • M. A. Shikanai-Yasuda USP; Faculdade de Medicina; Depto. Medicina Tropical e Dermatologia
  • S. A. de Carvalho USP; Faculdade de Medicina; Depto. Medicina Tropical e Dermatologia
  • P. H. Yasuda USP; Instituto de Ciências Biomédicas; Depto. de Microbiologia
  • G. Del Negro USP; Faculdade de Medicina; Depto. Medicina Tropical e Dermatologia
  • M. Shiroma USP; Faculdade de Medicina; Depto. Medicina Tropical e Dermatologia
  • V. Amato Neto USP; Faculdade de Medicina; Depto. Medicina Tropical e Dermatologia

Resumo

Cinco pacientes portadores de esquistossomose mansônica hépato-esplênica, associada à salmonelose, foram tratados com dose única de praziquantel (60 mg/kg peso), havendo desaparecimento da hipertermia do 1.° ao 3.° dia após a terapêutica e cura clínica subseqüente da salmonelose e da esquistossomose. O estudo da sensibilidade "in vitro" das bactérias isoladas: Salmonella minnesota, Salmonella dublin, Salmonella panama e Salmonella typhi (2 pacientes) não mostrou ação direta do praziquantel sobre tais enterobactérias. Os soros coletados antes e 24 horas após o tratamento não foram capazes de inibir o crescimento das bactérias isoladas dos respectivos pacientes.

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Referências

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Publicado

1985-10-01

Edição

Seção

Registro de Caso

Como Citar

Shikanai-Yasuda, M. A., Carvalho, S. A. de, Yasuda, P. H., Del Negro, G., Shiroma, M., & Amato Neto, V. (1985). Salmonelose associada à esquistossomose mansônica hépato-esplênica: ação do praziquantel . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 27(5), 286-291. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/87422