Schistosoma mansoni: estudos pré-clínicos com 9-acridanona-hidrazonas em macacos Cebus experimentalmente infectados

Autores

  • Paulo Marcos Zech Coelho Universidade Federal de Minas Gerais; Instituto de Ciências Biológicas; Departamento de Parasitologia
  • Leógenes Horácio Pereira Universidade Federal de Minas Gerais; Instituto de Ciências Biológicas; Departamento de Parasitologia

Palavras-chave:

Schistosoma mansoni, Chemotherapy, Cebus monkeys, 9-Acridanone-hydrazones, Active drug

Resumo

Derivados de acridina (9-acridanona-hidrazonas) foram testados em macacos Cebus experimentalmente infectados com Schistosoma mansoni, nas doses de 50, 25 e 12,5 mg/kg, em dose única, via oral. Quatro compostos, pelo menos, mostraram-se muito promissores, causando alterações no oograma e reduzindo drasticamente a carga de vermes, mesmo quando a dose mais baixa (12,5 mg/kg) foi usada. Efeitos colaterais não foram detectados após administração da droga.

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Referências

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Publicado

1991-02-01

Edição

Seção

Ensaios Técnicos

Como Citar

Coelho, P. M. Z., & Pereira, L. H. (1991). Schistosoma mansoni: estudos pré-clínicos com 9-acridanona-hidrazonas em macacos Cebus experimentalmente infectados . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 33(1), 50-57. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/28792