Imunofluorescência para diagnóstico de herpes oftálmico usando como modelo córneas de camundongos infectados

Autores

  • Sílvia Regina Ferreira Gonçalves Pereira Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro; Centro de Ciências e Tecnologias Agropecuárias; Setor de Virologia e Viroses; Laboratório de Sanidade Animal
  • Fernando Portela Câmara Universidade Federal do Rio de Janeiro; Instituto de Microbiologia Professor Paulo de Góes; Centro de Ciências da Saúde; Setor de Epidemiologia de Doenças Infecciosas
  • Maria Angélica Arpon Marandino Guimarães Universidade Federal do Rio de Janeiro; Instituto de Microbiologia Professor Paulo de Góes; Centro de Ciências da Saúde; Departamento de Virologia
  • Leonardo Vieira Neto Universidade Federal do Rio de Janeiro; Instituto de Microbiologia Professor Paulo de Góes; Centro de Ciências da Saúde; Departamento de Virologia
  • Daniel Segenreich Universidade Federal do Rio de Janeiro; Instituto de Microbiologia Professor Paulo de Góes; Centro de Ciências da Saúde; Departamento de Virologia
  • Antônio Carlos da Costa Guimarães Universidade Federal do Rio de Janeiro; Instituto de Microbiologia Professor Paulo de Góes; Centro de Ciências da Saúde; Departamento de Virologia
  • Vera Lucia Antunes Chagas Universidade Federal do Rio de Janeiro; Hospital Universitário Clementino Fraga Filho; Departamento de Patologia

Palavras-chave:

Herpes simplex virus type 1, Ophthalmic herpes, Murine model, Monoclonal antibodies, Indirect immunofluorescence

Resumo

A doença oftálmica do vírus herpes simplex do tipo 1 (HSV-1) é a causa mais comum de cegueira córnea em humanos mundialmente. Técnicas de cultura atuais para HSV levam vários dias e laboratórios de HSV comercialmente disponíveis estabelecem que as técnicas diagnósticas variam em sensibilidade. Nosso estudo foi conduzido para avaliar a aplicação prática de um método mais rápido e simples para diagnosticar o herpes oftálmico. Decalques córneos foram feitos por impressões firmes de olhos de camundongos a lâminas de vidro, depois os decalques foram fixados com acetona fria, e um método de imunofluorescência indireta (IIF) foi executado empregando anticorpos monoclonais no modelo murino de herpes oftálmico. Swabs de córnea foram inoculados em células Vero para o isolamento de vírus a partir de camundongos infectados. A citologia e a histologia do olho foi feita pela rotina de hematoxilina e eosina. Os olhos de camundongos foram examinados através de oftalmomicroscopia para evidência de doença herpética em vários tempos pós-inoculação. A avaliação comparativa da sensibilidade, especificidade e velocidade de métodos para detecção laboratorial de HSV foi feita. Nossos resultados indicam que este método de IIF é rápido, sensível, específico e pode ser útil no diagnóstico de herpes oftálmico como demonstrado no modelo animal.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Referências

Downloads

Publicado

2007-04-01

Edição

Seção

Imunofluorescência

Como Citar

Pereira, S. R. F. G., Câmara, F. P., Guimarães, M. A. A. M., Vieira Neto, L., Segenreich, D., Guimarães, A. C. da C., & Chagas, V. L. A. (2007). Imunofluorescência para diagnóstico de herpes oftálmico usando como modelo córneas de camundongos infectados . Revista Do Instituto De Medicina Tropical De São Paulo, 49(2), 87-92. https://revistas.usp.br/rimtsp/article/view/31066