Hipertensão intracraniana
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2176-7262.v31i4p552-562Palabras clave:
Pressão Intracraniana. Diagnóstico.Resumen
A relação entre o conteúdo da caixa intracraniana e o seu volume determina a pressão intracraniana (PIC), que tem como referência a pressão atmosférica. Em condições normais, a pressão intracraniana tem flutuações determinadas pelos ciclos respiratório e cardíaco. Várias doenças determinam o aumento da pressão intracraniana, sendo a mais freqüente o traumatismo craniencefálico. Para o diagnóstico da hipertensão intracraniana (HIC) deve-se valorizar o quadro clínico, constituído de cefaléia, vômitos e papiledema. Dos exames subsidiários, os mais importantes são os métodos de imagem principalmente Tomografia Computadorizada (TC) e Ressonância Nuclear Magnética (RNM). Para os casos graves de HIC, o ideal durante o tratamento é que a PIC esteja monitorizada. Diversas modalidades podem ser utilizadas, como a hipocapnia induzida pela hiperventilação, os diuréticos osmóticos, a hipotermia e cuidados especiais no tratamento geral dos pacientes.
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Derechos de autor 1998 Carlos G. Carlotti Junior, Benedicto O. Colli, Luiz A. A. Dias

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