Sensibilidade e especificidade de classificação de sobrepeso em adolescentes, Rio de Janeiro
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0034-89102003000200010Palavras-chave:
Obesidade^i1^sepidemiolo, Adolescência, Índice de massa corporal, Sensibilidade e especificidade, Prevalência, AntropometriaResumo
OBJETIVO: Avaliar a prevalência, sensibilidade e especificidade em detectar adolescentes em risco de obesidade, baseada no Índice de Massa Corporal (IMC). MÉTODOS: Foram avaliados 502 adolescentes de 12 a 18 anos, participantes da pesquisa Nutrição e Saúde do Município do Rio de Janeiro, desenvolvida em 1996. As variáveis do estudo foram: peso, estatura, IMC e dobra subescapular, de acordo com sexo e idade. As classificações para IMC foram comparadas com a classificação pela dobra subescapular no percentil 90 (excesso de adiposidade) da população de adolescentes americanos. RESULTADOS: A prevalência de excesso de adiposidade foi mais elevada com a dobra subescapular (P<0,0001) comparada com as classificações do IMC que apresentaram valores aproximados. A especificidade foi superior à sensibilidade com as duas propostas do IMC. O ponto de equilíbrio entre sensibilidade e especificidade foi próximo ao percentil 70 para meninas e meninos menores de 14 anos. Em meninos maiores de 15 anos, o ponto de corte aproximou-se do percentil 50 do IMC. CONCLUSÃO: Ambas classificações do IMC foram mais adequadas para identificar adolescentes sem obesidade, não sendo sensíveis para rastrear excesso de adiposidade.Downloads
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Publicado
2003-04-01
Edição
Seção
Artigos Originais
Como Citar
Chiara, V., Sichieri, R., & Martins, P. D. (2003). Sensibilidade e especificidade de classificação de sobrepeso em adolescentes, Rio de Janeiro . Revista De Saúde Pública, 37(2), 226-231. https://doi.org/10.1590/S0034-89102003000200010