Estudo longitudinal das crianças nascidas em 1982 em Pelotas, RS, Brasil: metodologia e resultados preliminares
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0034-89101985000100007Palavras-chave:
Criança^i1^sdesenvolvime, Epidemiologia^i1^smétoResumo
Tentou-se acompanhar a morbi-mortalidade e o crescimento de uma coorte de 6.011 crianças urbanas nascidas em 1982 nos hospitais de Pelotas, RS, através de visitas domiciliares aos 12 meses (para uma amostra de 30% das crianças) e aos 20 meses (para toda a população). Estas crianças representaram mais de 99% de todos os nascimentos urbanos naquele ano. Foi possível localizar 81% das crianças aos 12 meses e 86% aos 20 meses, devido a uma mudança na estratégia de trabalho de campo. A metodologia empregada e as principais dificuldades encontradas são descritas e as características ao nascer das crianças localizadas no acompanhamento são comparadas com as características das crianças não localizadas. A potencialidade de uso dos dados coletados é exemplificada através de alguns resultados preliminares mostrando as associações entre o peso ao nascer, a renda familiar e o estado nutricional aos 12 meses. O estudo mostra que é possível acompanhar, com uma perda relativamente pequena, uma coorte de crianças com base populacional em uma cidade brasileira de tamanho médio.Downloads
Os dados de download ainda não estão disponíveis.
Referências
Downloads
Publicado
1985-02-01
Edição
Seção
Artigos Originais
Como Citar
Victora, C. G., Barros, F. C., Martines, J. C., Béria, J. U., & Vaughan, J. P. (1985). Estudo longitudinal das crianças nascidas em 1982 em Pelotas, RS, Brasil: metodologia e resultados preliminares . Revista De Saúde Pública, 19(1), 58-68. https://doi.org/10.1590/S0034-89101985000100007