Controle da vitrificação do cravo (Dianthus caryophyllus L.) in vitro

Autores

  • G.R.F. Cuzzuol USP; ESALQ; Dept. de Química; CEBTEC
  • L.A. Gallo USP; ESALQ; Dept. de Química; CEBTEC
  • M. de Almeida USP; ESALQ; Dept. de Botânica
  • O.J. Crocomo USP; ESALQ; Dept. de Química; CEBTEC

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0103-90161995000300030

Palavras-chave:

cravo, Dianthus caryophyllus, vitrifícação, meristema, micropropagação

Resumo

Baixos níveis de benziladenina (BAP), baixo potencial de água no meio e baixa umidade condicionada por tampas de algodão foram capazes de inibir a vitrificação de cravo (Dianthus caryophyllus L.) cultivado In vitro, mas essas condições implicaram no baixo desenvolvimento das plantas e da taxa de propagação. Elevados níveis de NH4NO3 demonstraram serem altamente promotores da vitrifícação assinalada pelo alto conteúdo de proteína, enquanto relação inversa foi constatada para altos níveis de CaCl2, aos quais seguiu-se aumento na atividade da peroxidase. Os resultados permitiram estabelecer um protocolo para controle da vitrificação do cravo, constituído de 4,0 g/1 de "Gelrite", 0,5 mg/1 de ácido naftalenoacético (ANA), 0,05 mg/1 de BAP, doses normais das soluções salinas do meio MS e vedação do tipo tampas de algodão para cultivo de ápices meristemáticos. Para a fase de multiplicação, este protocolo deve ser alterado para 0,5 mg/1 de BAP, 10,3 mM de NH4NO3 e 12,0 mM de CaCl2.

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Publicado

1995-12-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

Controle da vitrificação do cravo (Dianthus caryophyllus L.) in vitro . (1995). Scientia Agricola, 52(3), 604-614. https://doi.org/10.1590/S0103-90161995000300030