Respostas hematológica e branquial de tilápia parasitada do vale do Rio Tijucas, SC, Brasil

Autores

  • Tatiana Maslowa Pegado de Azevedo UFSC; Depto. de Aqüicultura
  • Maurício Laterça Martins UFSC; Depto. de Aqüicultura
  • Fabiana Rizzi Bozzo UNESP; Centro de Aqüicultura; Depto. de Patologia Veterinária
  • Flávio Ruas de Moraes UNESP; Centro de Aqüicultura; Depto. de Patologia Veterinária

DOI:

https://doi.org/10.1590/S0103-90162006000200002

Palavras-chave:

Oreochromis niloticus, Santa Catarina, parasitismo, hematologia, histopatologia

Resumo

No Estado de Santa Catarina não existe informação sobre características hematológicas e parasitológicas que compare peixes mantidos em pesque-pague e com dejetos de suínos. Este trabalho estudou as características hematológicas da tilápia do Nilo parasitada ou não, capturada numa propriedade em Nova Trento, SC, Brasil, entre agosto de 2003 e julho de 2004. Durante o período a temperatura da água, pH, oxigênio, alcalinidade e transparência foram medidos. Dez peixes foram mensalmente coletados no pesque-pague e num viveiro que recebia dejetos de suínos, anestesiados com benzocaína para análise hematológica, parasitológica e histopatológica. De 360 animais analisados, 64 (17,8%) estavam parasitados com Cichlidogyrus sclerosus e Cichlidogyrus sp. (Monogenoidea: Ancyrocephalidae), 20 (5,5%) com Trichodina sp. (Protozoa: Ciliophora) e quatro (1,1%) com Lamproglena sp. (Crustacea: Lernaeidae). O número total de eritrócitos, , trombócitos e leucócitos, a taxa de glicose, os percentuais do hematócrito, linfócitos, monócitos e neutrófilos não alteraram com o parasitismo. A análise histopatológica mostrou moderada hiperplasia e ausência de congestão. O baixo nível de parasitismo não foi responsável por alterações hematológicas.

Downloads

Os dados de download ainda não estão disponíveis.

Downloads

Publicado

2006-04-01

Edição

Seção

Ciência Animal e Pastagens

Como Citar

Respostas hematológica e branquial de tilápia parasitada do vale do Rio Tijucas, SC, Brasil . (2006). Scientia Agricola, 63(2), 115-120. https://doi.org/10.1590/S0103-90162006000200002