Prácticas Dis.autónomas: Desplazamientos metodológicos para artistas-investigadores
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v25i2246940Palabras clave:
práctica como investigación, artista-investigador, metodologías de investigación en artes, autonomía, dis.autonomíaResumen
Este artículo busca discutir y proponer algunos desplazamientos en el campo de la investigación en artes a través de la presentación de metodologías que están siendo investigadas en una investigación posdoctoral en curso. Al abordar la relación entre sujeto, autonomía y producción de conocimiento en las metodologías de investigación en artes, se presentan las Prácticas Dis.autónomas, fundamentadas en la conceitáfora dis.autonomía, como un conjunto de dispositivos metodológicos experimentados en laboratorios con artistas-investigadores. Estructuradas en cuatro ejes de trabajo, estas prácticas buscan promover desplazamientos en las concepciones hegemónicas de sujeto y autonomía, proponiendo procedimientos metodológicos y colaborativos para la producción de conocimiento en la investigación en artes.
Descargas
Referencias
BASBAUM, R. Manual do artista-etc. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2013.
BORGDORFF, H. El debate sobre la investigación en las artes. Cairon, Barcelona, n. 13, p. 125-138, 2010.
BORGDORFF, H. The Conflict of the Faculties: Perspectives on Artistic Research and Academia. Leiden: Leiden University Press, 2012.
BUTLER, J. Os sentidos do sujeito. Tradução de Carla Rodrigues. São Paulo: Autêntica, 2021.
BRICEÑO LINARES, Y. Politizar el conocimiento desde la barriga del monstruo. In: BRICEÑO LINARES, Y. (coord.). Desbordes: debates y metodologías críticas en investigación. Guayaquil: UArtes Ediciones, 2022. p. 15-36.
CARRER, J. Dis.autonomía: una conceptáfora para prácticas de re.existencia y co.elaboración. 2022. 265 f. Tese (Doutorado en Investigación en Humanidades, Artes y Educación) – Facultad de Bellas Artes, Universidad Castilla La-Mancha, Cuenca, 2022a.
CARRER, J. Dis.autonomía: una conceptáfora y sus desplazamientos en una investigación en artes. In: BRICEÑO LINARES, Y. (coord.). Desbordes: debates y metodologías críticas en investigación. Guayaquil: UArtes Ediciones, 2022b. p. 83-103.
CAVARERO, A. Inclinations: A Critique of a Rectitude. Redwood: Stanford University Press, 2016.
CONTRERAS LORENZINI, M. J. La práctica como investigación: nuevas metodologías para la academia latinoamericana. Poiésis, Niterói, v. 14 n. 21-22, p. 71-86, 2013. DOI: 10.22409/poiesis.1421-22.71-86. Disponível em: https://periodicos.uff.br/poiesis/article/view/24869. Acesso em: 19 maio 2026.
DELEUZE, G.; GUATTARI, F. O que é a filosofia? Tradução de Bento Prado Jr. e Alberto Alonso Muñoz. 3. ed. São Paulo: Editora 34, 2010.
DIEGUEZ, I. Interpelando al “caballo académico”: por una práctica afectiva y emplazada. Nómadas, Bogotá, n. 50, p. 111-121, 2019. DOI: 10.30578/nomadas.n50a7. Disponível em: https://www.redalyc.org/journal/1051/105163346008/html/. Acesso em: 19 maio 2026.
DORNELES, D. R. Palavras germinantes: entrevista com Nego Bispo. Identidade!, São Leopoldo, v. 26, n. 1/2, p. 14-26, 2021. Disponível em: https://revistas.est.edu.br/index.php/Identidade/article/view/1186. Acesso em: 20 maio 2025.
FÉRAL, J. Investigación y creación. Estudis Escènis, Barcelona, n. 35, p. 321-326, 2009.
GODÓI, V. Do pioneirismo brasileiro da pesquisa em arte ao fenômeno mundial da “artistic research”. Revista do Instituto de Estudos Brasileiros, São Paulo, n. 79, p. 53-68, ago. 2021. DOI: 10.11606/issn.2316-901X.v1i79p53-68. Disponível em: https://revistas.usp.br/rieb/pt_BR/article/view/189939. Acesso em: 19 maio 2026.
HARAWAY, D. A reinvenção da natureza: símios, ciborgues e mulheres. Tradução de Rodrigo Gonçalves. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2023.
HARAWAY, D. Testigo_modesto@segundo_milenio. Traducción de Pau Pitarch. Lectora, Barcelona, n. 10, p. 13-36, 2004. Disponível em: https://revistes.ub.edu/index.php/lectora/article/view/7061. Acesso em: 19 maio 2026.
HASEMAN, B. A Manifesto for Performative Research. Media International Australia, [S. l.], v. 118, n. 1, p. 98-106, 2006. DOI: 10.1177/1329878x0611800113. Disponível em: https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1329878X0611800113. Acesso em: 19 maio 2026.
HISSA, C. E. V. Entrenotas: compreensões de pesquisa. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2013.
LAKOFF, G.; JOHNSON, M. Metáforas da vida cotidiana. Tradução do Grupo de Estudos da Indeterminação e da Metáfora. Campinas: EDUC, 2002.
LOVELESS, N. How to Make Art in the End of the World: A Manifesto for Research-creation. Durham: Duke University Press, 2019.
MIGNOLO, W. Historias locais/projetos globais: colonialidade, saberes subalternos e pensamento liminar. Belo Horizonte: Editora UFMG, 2003.
MOMBAÇA, J. The Cognitive Plantation. São Paulo: MASP Afterall, 2020.
QUILICI, C. S. O ator-performer e as poéticas de transformação de si. São Paulo: Annablume, 2015.
ROLNIK, S. Esferas da insurreição: notas para uma vida não cafetinada. São Paulo: n-1, 2018
ROYO, V. P. El perfil investigador-creador en los estudios de posgrado en Artes Escénicas en el Reino Unido. Cairon, Barcelona, n. 13. p. 125-138, 2010.
SABER, I. Considerações sobre algumas metodologias de pesquisa nas Artes Cênicas e sua produção textual na academia. Aspas, São Paulo, v. 14, n. 1, p. 8-36. 2024. DOI: 10.11606/issn.2238-3999.v14i1p8-36. Disponível em: https://revistas.usp.br/aspas/pt_BR/article/view/230987. Acesso em: 19 maio 2026.
MELLO, I. S.; AGUIAR, F. M.; SANTOS, J. B.; OLIVEIRA, L. P.; BITENCOURT, M. A. L.; FRANZONI, T. O que é escrita performativa? DAPesquisa, Florianópolis, v. 15, n. esp., p. 1-24, 2020. DOI: 10.5965/1808312915252020e0015. Disponível em: https://www.revistas.udesc.br/index.php/dapesquisa/article/view/17922. Acesso em: 19 maio 2026.
SAFATLE, V. Crítica da autonomia: liberdade como heteronomia sem servidão. Discurso, São Paulo, v. 49, n. 2, p. 21-41, 2019. DOI: 10.11606/issn.2318-8863.discurso.2019.165473. Disponível em: https://revistas.usp.br/discurso/pt_BR/article/view/165473. Acesso em: 19 maio 2026.
SÁNCHEZ, J. A. In-definiciones: el campo abierto de la investigación en artes. Artes La Revista, Medellín, v. 12, n. 19, p. 36-51, 2013.
SÁNCHEZ, J. A. Investigación y experiencia: metodologías de la investigación creativa en artes escénicas. Estudis Escènics, Barcelona, n. 35, p. 327-335, 2009.
SIMAS, L. A.; RUFINO, L. Fogo no mato: a ciência encantada das macumbas. Rio de Janeiro: Mórula, 2018.
STEYERL, H. ¿Una estética de la resistencia? La investigación artística como disciplina y conflicto. Traducción de Marta Malo de Molina. Transversal Texts, Vienna, 2010.
YUASA, Y. Body, Self-cultivation, and Ki-energy. Translated by Shigenori Nagatomo and Monte S. Hull. New York: State University of New York Press, 1993.
ZAMBONI, S. A pesquisa em arte: um paralelo entre arte e ciência. 2. ed. Campinas: Editores Associados, 2001.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2026 Janaina Carrer

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
Ao submeter um artigo à Sala Preta e tê-lo aprovado para publicação os autores concordam com os termos da Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional. Os autores mantém, sem restrições, os direitos autorais dos documentos publicados pelo periódico.
Os documentos distribuídos sob os termos da Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional podem ser compartilhados, copiados e redistribuídos em qualquer meio e formato desde que sem fins comerciais e que os devidos créditos sejam dados. Os documentos também podem ser adaptados, remixados e transformados desde que, neste caso, as contribuições feitas ao material original sejam distribuídas sob a mesma licença que o original.