Between access and participation: perspectives for the performing arts in a cultural democracy
DOI:
https://doi.org/10.11606/issn.2238-3867.v24i1p161-190Keywords:
Cultural democracy, Cultural policies, Performing artsAbstract
This study explores the relationship between cultural policies and practices of democratization and cultural democracy in Brazil, focusing on the performing arts. It analyzes the fragility of public cultural policies in the country, management challenges, and the need for more inclusive and participatory models. It examines the concept of cultural democracy in contrast to the democratization of culture, highlighting the importance of actions that engage diverse communities and emphasize diversity. It shows as brief examples of participatory models the political and aesthetic challenges and resistances of Tribo de Atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz and Terreira da Tribo in Porto Alegre. This study defends the need of cultural actions grounded in aesthetic, social, and political values that foster citizen empowerment and effective cultural transformation.
Downloads
References
ALBURQUERQUE JÚNIOR, D. M. de. Gestão ou gestão pública da cultura: algumas reflexões sobre o papel do Estado na produção cultural contemporânea. In: RUBIM, A. A. C.; BARBALHO, A. (org.). Políticas Culturais no Brasil. Salvador: Edufba, 2007. pp. 61-86.
ARNSTEIN, S. R. A ladder of citizen participation. Journal of the American Planning Association, [S. l.], v. 35, n. 4, p. 216-224, 1969. DOI: 10.1080/01944366908977225.
ARTISTAS lutam para manter espaço cultural: Tribo de Atuadores “Ói Nóis Aqui Traveiz” luta para manter seu espaço vivo. Esquerda Diário, [S. l.], 14 maio 2020. Disponível em: https://tinyurl.com/3395c4ak. Acesso em: 10 jan. 2025.
BITTENCOURT, F. T. R.; ZOUAIN, D. M. A Economia Criativa na perspectiva da Teoria Crítica e da Indústria Cultural. Revista da Universidade Vale do Rio Verde, Três Corações, v. 17, n. 2, 2019. Disponível em: https://tinyurl.com/5n8xtd98. Acesso em: 6 jan. 2025.
BOTELHO, I. Dimensões da cultura: políticas culturais e seus desafios. São Paulo: Edições Sesc São Paulo, 2016.
BOURDIEU, P. A economia das trocas simbólicas. São Paulo: Perspectiva, 2015.
BOURDIEU, P.; DARBEL, A. O amor pela arte: os museus de arte na Europa e seu público. Porto Alegre: Zouk, 2016.
BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado Federal: Centro Gráfico, 1988.
CANCLINI, N. G. As instituições fora de lugar. In: MELO, S. C. M.; BRIZUELA, J. I.; SILVA, L. S. (org.). Cadernos de Pesquisa N.1: a institucionalidade da cultura e as mudanças socioculturais. São Paulo: Amavisse, 2021. Disponível em: https://tinyurl.com/22cp6cpy. Acesso em: 7 jan. 2025.
CANCLICNI, N G. Culturas híbridas: estratégias para entrar e sair da modernidade. Tradução: Ana Regina Lessa e Heloísa Pezza Cintrão. São Paulo: Edusp, 2015.
CRARY, J. Terra arrasada: além da era digital, rumo a um mundo pós-capitalista. Tradução: Humberto do Amaral. São Paulo: Ubu, 2023.
CHAUÍ, M. Cultura política e política cultural. Estudos Avançados, São Paulo, v. 9, n. 23, p. 71-84, 1995. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/ea/v9n23/v9n23a06.pdf. Acesso em: 6 abr. 2025.
DURAND, J. C. Política cultural e economia da cultura. Cotia: Ateliê Cultural; São Paulo: Edições Sesc SP, 2013.
EVIDÊNCIA EXPRESS. Financiamento público da cultura no Brasil: uma análise exploratória entre 2014 e 2020. [S. l.]: Ministério do Turismo, 2022. Disponível em: https://tinyurl.com/yc4ee9bu. Acesso em: 25 fev. 2025.
FRANÇA. Statistiques ministérielles de la Culture. Ministère de la Culture, France, 20--. Disponível em: https://tinyurl.com/2fkzrj6w. Acesso em: 6 já. 2025.
FÓRUM Social Mundial. Instituto Amigos, Porto Alegre, 20--. Disponível em: https://www.forumsocialmundial.com.br/. Acesso em: 9 jan. 2025.
GIELEN, P. The murmuring of the artistic multitude: global art, politics and post-Fordism. Amsterdam: Valiz Antennae, 2010.
GIELEN, P.; DOCKX, N. (org.). Commonism: a new aesthetics of the real. Amsterdam: Valiz, 2018.
GIOVANNI, J. R. D. Cadernos do outro mundo: o Fórum Social Mundial em Porto Alegre. 2013. Tese (Doutorado) – Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2015.
GLISSANT, É. Poética da relação. Tradução: Marcela Vieira. São Paulo: Bazar do Tempo, 2021.
GOTARDO, S. Políticas culturais para as artes cênicas: uma breve análise do cenário cultural. Revista Temática, [S. l.], ano XVII. n. 4, 2021. Disponível em: https://periodicos.ufpb.br/index.php/tematica/article/view/58959/33217. Acesso em: 6 jan. 2025.
GUERRIN, M.; FRAISSARD, G. Une consomation culturelle fracturée. Le monde, Paris, 10 jul. 2020. Disponível em: https://tinyurl.com/yfndycpd. Acesso em: 8 jan. 2025.
HEINRICH, B. Mudando cidades: um novo papel para a política cultural urbana. In: COELHO, T. (org.). A cultura pela cidade. São Paulo: Iluminuras, 2008. p. 87-101.
IETM Rijeka Plenary Meeting 2019: Talk of the day with Dea Vidović. [S. l.], 2019. 1 vídeo (44 min). Publicado pelo canal IETM. Disponível em: https://tinyurl.com/ur9924ny. Acesso em: 10 jan. 2025.
IKEGAMI. E. Bonds of civility: aesthetic networks and the political origins of Japanese culture. Cambridge: Cambridge University Press, 2002.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Perfil dos municípios brasileiros: 2018. Coordenação de população e indicadores sociais. Rio de Janeiro: IBGE, 2019. Disponível em: https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv101668.pdf. Acesso em: 06 jan. 2025.
INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Perfil dos municípios brasileiros 2021: pesquisa de informações básicas municipais. Rio de Janeiro: IBGE, 2022. Disponível em: https://tinyurl.com/yhm2a73s. Acesso em: 6 jan. 2025.
MONTEIRO, R. S.; GREINER, C. O comum como ação cultural: novos arranjos para uma política da cultura. Revista Brasileira de Estudos da Presença, Porto Alegre, v. 10, n. 2, e94611, 2020. doi: 10.1590/2237-266094611.
OBINO, A. É esperar o Ói Nóis crescer. Correio do Povo, [S. l.], 7 abr. 1978. Disponível em: https://tinyurl.com/5addczzp. Acesso em: 9 jan. 2025.
PORTO, M. Imaginação: reinventando a cultura. São Paulo: Pólen, 2019.
ROLIM, M. Livro narra a história do Ói Nóis Aqui Traveiz. Teatrojornal, [S. l.], 29 jan. 20214. Disponível em: https://tinyurl.com/r367wvsx. Acesso em: 10 jan. 2025.
ROSA, L. J. A. As dinâmicas econômicas no setor da dança: limitações no cenário nacional e experiências internacionais desde o final do século XX. Dissertação (Mestrado) – Programa de Pós-Graduação Profissional em Economia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2024. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/279761. Acesso em: 5 abr. 2025.
RUBIM, A. A. C. Políticas culturais no Brasil: tristes tradições, enormes desafios. In: RUBIM, A. A. C.; BARBALHO, A. (org.). Políticas culturais no Brasil. Salvador: Edufba, 2007.
TERREIRA da Tribo – Eu apoio!. Benfeitoria, [S. l.], 202. Site de financiamento coletivo. Disponível em: https://tinyurl.com/nhd898w6. Acesso em: 10 jan. 2025.
TRIBO de atuadores Ói Nóis Aqui Traveiz. Teatrofagia e anarquia, 20--.. Página oficial. Disponível em: https://www.oinoisaquitraveiz.com.br/. Acesso em: 9 jan. 2025.
TURINO, C. Pontos de cultura: o Brasil de baixo para cima. São Paulo: Editora Anita Garibaldi, 2010.
Downloads
Published
Issue
Section
License
Copyright (c) 2025 Rodrigo dos Santos Monteiro, Christine Greiner

This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
Ao submeter um artigo à Sala Preta e tê-lo aprovado para publicação os autores concordam com os termos da Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional. Os autores mantém, sem restrições, os direitos autorais dos documentos publicados pelo periódico.
Os documentos distribuídos sob os termos da Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-CompartilhaIgual 4.0 Internacional podem ser compartilhados, copiados e redistribuídos em qualquer meio e formato desde que sem fins comerciais e que os devidos créditos sejam dados. Os documentos também podem ser adaptados, remixados e transformados desde que, neste caso, as contribuições feitas ao material original sejam distribuídas sob a mesma licença que o original.