O bacharel em saúde coletiva nos núcleos ampliados de saúde da família e atenção básica (nasf-ab): atuação e vivências nas residências em saúde
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0104-12902024240508ptPalavras-chave:
Saúde Pública, Atenção Primária à Saúde, Prática ProfissionalResumo
Este artigo pretende analisar a atuação dos residentes sanitaristas nos NASF-AB nas dimensões do apoio matricial e nas subáreas do campo da Saúde Coletiva. Trata-se de um estudo de abordagem qualitativa, com metodologia compreensiva apoiada no referencial teórico fenomenológico de Schütz para compreender a realidade social e os significados atribuídos a essa atuação. Realizaram-se entrevistas em profundidade com cinco residentes, bacharéis em Saúde Coletiva, com atuação no NASF-AB em Pernambuco, em 2019. Os resultados revelam práticas compreendidas em gestão, planejamento, gerência, vigilância em saúde, ações de promoção e educação em saúde, estratégias de mobilização comunitária e ações intersetoriais. Nas potencialidades destacam-se o estímulo ao trabalho multiprofissional e ampliação do olhar nas ações em saúde. Como desafios há o desenvolvimento das práticas no campo assistencial; o desconhecimento da profissão; e a falta de preceptoria. Os sanitaristas encontram nas residências espaços potentes para suas práticas, centrando seus objetos de intervenção nos determinantes sociais e nas coletividades para o apoio além da lógica gerencial, da luta por direitos e mobilizações em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS).
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