A graduação em saúde coletiva para a américa latina: o pensamento social em saúde e a formação sanitarista da universidade federal da integração latino-americana
DOI:
https://doi.org/10.1590/S0104-12902024240491ptPalavras-chave:
Sanitarista, Saúde Coletiva, América LatinaResumo
A Saúde Coletiva na América Latina tem uma história significativa na formação de profissionais de saúde. No Brasil, a criação dos cursos de Graduação em Saúde Coletiva (CGSC) pelo Programa Reuni em 2007 trouxe avanços para as reformas sanitárias, ainda em curso. Valorizar as ciências sociais e humanas em saúde é fundamental para formar trabalhadores capazes de compreender e intervir na determinação social em saúde, promovendo ações que reduzam desigualdades. Este ensaio teórico-analítico, então, procura pistas para responder ao questionamento de como as ciências sociais e humanas em saúde tornaram-se um espaço fundante da saúde coletiva, mas ainda tímido nesta formação na Universidade Federal da Integração Latino-americana (UNILA). Integrando redes científicas, sociais e culturais na América Latina e Caribe, a UNILA vem preparando sanitaristas graduados capazes de atuar em diversos contextos socioculturais, contribuindo para a melhoria da saúde coletiva. Porém, ainda persiste a dificuldade de promover o ensino, pesquisa e extensão por meio das ciências humanas e sociais em saúde. Esse desafio é reflexo das dificuldades que ainda existem de romper com o modelo hegemônico no processo de formação, inclusive de sanitaristas.
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